Agenda Cultural Kids

Agenda Cultural Kids

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Olá pessoal, o que andam fazendo com as crianças neste feriado?

 

No Shopping Praia da Costa, de hoje (30) até domingo (01), das 16h às 19h vai ter Páscoa animada com: oficinas, pintura de rosto, brincadeiras, caça aos ovos e muito chocolate. O evento é gratuito.

No Shopping Boulevard Vila Velha, hoje (30) , vai ter às 16h brincadeiras, 17h parada de Páscoa e 19h Cantata de Páscoa – Coral Pequenos Adoradores. No sábado (31), às 14h, vai ter oficina de personalização de ovos cozidos, utilizando tinta guache e pincel, às 16h – brincadeiras e distribuição de brindes, 17h- caça aos ovos, 19h- apresentação de cantata de Páscoa com o coral Kerygma e 20h vai ter apresentação do coral Primeira Igreja Batista de Itaparica. Toda programação é gratuita.

No Shopping Moxuara vai ter Teatro de Fantoches com Tio Dio, no sábado(31) às 16h. No domingo (01), também às 16h, vai ter show da Turma da Tina. O evento é gratuito.

O Projeto Tamar também terá programação de Páscoa: no sábado (31), às 14h, vai ter oficina, pintura de ovos de Páscoa e no domingo (01), às 14h, vai ter gincana caça aos ovos com o grupo Vão Brincar. Custa: R$ 7,OO (meia) e R$ 14,00 (inteira).

O Teatro Campanelli vai apresentar neste domingo (01), a peça A Cigarra e a Formiga, somente às 17h. Ingressos R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira)

No Shopping Vila Velha, vai ter apresentação do Macakids no clubinho do shopping, neste sábado (31), às 16h.

No Parque da Vale vai ter: Sábado (31) – Oficina de Artes ” Cestinha de Páscoa” 10h/ 11h/ 14h/ 15h. Hora de Brincar – Brincadeiras de Páscoa: 10h às 12h e 13h às 15h. Teatro de Fantoche- O Coelhinho da Páscoa – às 15h.  No domingo (01), vai ter: Oficina de Artes “Orelha de Coelho” – 10h/ 11h/ 14h/ 15h. Caça aos ovos -11h/15h. Teatro de Fantoche – O Coelinho da Páscoa – 11h.

Qual programação vocês escolheu participar?

Obs: Para quem ainda não me segue, meu instagram é @blogmaesdeplantao . Lá vocês vão poder conferir um pouco do meu dia a dia.

Beijos

Cátia Menezes

 

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Vulnerabilidade emocional

Vulnerabilidade emocional

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A depressão é caracterizada pela perda ou diminuição de interesse e prazer pela vida, gerando angústia e prostração, algumas vezes sem um motivo evidente. Hoje, a depressão é considerada a quarta principal causa de incapacitação, segundo a Organização Mundial da Saúde. 

O baby blues geralmente incluiu mudanças de humor, episódios de choro, ansiedade e dificuldade em dormir.Estima-se que entre 70 e 80% das novas mães são afetadas pelo baby blues ou tristeza materna, que normalmente começa nos primeiros dois a três dias após o nascimento do bebê e pode durar até duas semanas.

No entanto, algumas mães podem experimentar uma forma mais severa e duradoura de depressão conhecida como depressão pós-parto.De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 1 em cada 4 brasileiras sofrem com a depressão pós-parto.A depressão pós-parto não é “frescura” ou fraqueza. Mulheres que a desenvolvem  possuem maior risco de desenvolver depressão em um outro momento da vida. Se não for tratada, pode durar vários meses. Se você tem depressão pós-parto, o tratamento imediato pode ajudá-la a gerenciar seus sintomas – e aproveitar seu bebê.

O importante é que a pessoa ao detectar os sintomas de depressão, supere os bloqueios internos e externos que a impedem de buscar tratamento – tanto para o seu bem quanto para o de seus filhos. A falta de esperança, por exemplo, é tanto causa quanto consequência da depressão e um dos principais obstáculos à busca de tratamento. Avançou-se muito no tratamento da depressão nos últimos anos. Buscar auxílio para lidar com a depressão é um ato de grandeza moral para um pai ou uma mãe. É importante incentivar o cônjuge, parentes e amigos que tenham filhos a buscar ajuda quando tiverem estes sintomas. Como a pessoa deprimida muitas vezes resiste ao tratamento e ao mesmo tempo sente-se exaurida, ela às vezes precisa de alguém que a acompanhe pelos muitos e pequenos passos que precisa dar até conseguir estabelecer e manter um relacionamento com um profissional de saúde mental.

Na qualidade de pais, também é importante conversarmos com nossos filhos sobre nossos estados de humor destrutivos. É raro os pais conversarem com os filhos sobre isso ou sobre a depressão, muitas vezes com razão, pois as crianças certamente não precisam saber todas as vezes que ficamos desanimados nem devem ficar sondando nossos sentimentos. Se devemos conversar sobre nossos estados de ânimo e como fazê-lo, isso depende de muitos fatores, como a idade da criança, o modo como imaginamos que ela interpretará o fato e suas vulnerabilidades. Quando, porém, ficamos irritados com facilidade ou enraivecidos por razões que nada têm a ver com nossos filhos, ou quando estamos excessivamente introvertidos, devemos ao menos dizer-lhes de modo explícito que a culpa não é deles. Como indica o trabalho de Beardslee, muitas vezes o que prejudica os filhos não é tanto a gravidade ou duração dos estados de ânimo destrutivos dos pais, mas a maneira como os interpretam, sobretudo se acham ou não que são a causa disso.

A criança também precisa saber que os pais estão tentando lidar de forma responsável com seus estados de ânimo. Sempre que nos pegarmos interagindo de modo destrutivo com nossos filhos ou procurando colocar-nos no lugar deles sempre que nos desrespeitarem, ou se percebermos em nós um sentimento de desapreço por eles, devemos nos perguntar que fantasmas estão nos visitando, quais relacionamentos podemos estar reproduzindo. Se olharmos para dentro de nós mesmos e refletirmos, poderemos fazer muitas descobertas sobre as circunstâncias que influenciam a maneira como criamos nossos filhos. Essa reflexão, por sua vez, pode exigir que nos afastemos deles de vez em quando e também que busquemos momentos de alívio das atribulações do cotidiano.

Beijos

Cátia Menezes

Quando nos tornamos pais…

Quando nos tornamos pais…

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Vocês já pararam para pensar, em como a paternidade ou maternidade podem curar de muitas maneiras a cegueira moral dos adultos? Quando nos tornamos pais aprendemos a lidar com nossas qualidades e defeitos, pois enxergamos o quanto nossos defeitos podem prejudicar nossos filhos e no quanto nossas qualidades também são refletidas nas ações deles. E não raro, a gente também se pega admirando nos nossos filhos qualidades que nos faltam. A maternidade nos exige que nos concentremos profundamente em outro ser humano e isso é fantástico, pois passamos a considerar os outros e a assumir a perspectiva alheia. Nós, pais e mentores, somos peças fundamentais, pois não somos exemplos estáticos de conduta, mas seres humanos imperfeitos, desenvolvendo constantemente nossas capacidades morais e pedagógicas na dinâmica de nosso relacionamento com nossos filhos. Passamos a desenvolver, as sutilezas da consideração e da generosidade para com os outros, do agir com justiça e integridade, da formulação de ideais maduros e sólidos, tudo isso é obra para uma vida inteira. Quando temos filhos, começamos a pensar melhor no tipo de cidadão que somos. Passamos a sentir um sentimento profundo de humanidade. Maternidade é um amor que se ramificou. É ver o mundo sobre uma nova luz. Ser mãe é começar a sentir um vínculo com todas as mães, com mães de outras culturas e comunidades. Começamos a ver todos os filhos como nossos, a enxergar todos os dilemas paternos ou maternos como nossos. Vocês concordam? O que a maternidade, trouxe para a sua vida?

Beijos

Cátia Menezes

A importância da idealização

A importância da idealização

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É natural, para a maioria das crianças, idealizar os pais ao longo da infância e, por vezes, até durante a adolescência (vendo os pais como pessoas calmas, infalíveis e onipotentes). Essa idealização é uma importante forma de desenvolvimento da maturidade e de interiorização de valores e ideais. O lendário psicanalista Heinz Kohut, observou que o eu se desenvolve não apenas espelhando-se nos adultos, mas também internalizando as expectativas, os valores e os ideais de confiança deles, temporariamente endeusados. Pais que idealizam os filhos ou querem desempenhar o papel de amigos deles podem distorcer de muitas formas o processo de idealização. Para a criança, é sem duvida muito mais difícil idealizar-nos quando a tratamos como “igual” ou quando deixamos de representar nosso papel de autoridade diante dela. Isso porque, nesse caso, ela não tem incentivo para tornar-se como nós ( pois a mensagem que estamos passando é que ela já é como nós), e o mundo pode ser simplesmente aterrorizante para uma criança, que não nos considera mais sábios ou dotados de mais autoridade, em termos morais, do que ela.

A criança também não nos idealiza naturalmente quando sente, com frequência, que precisa tomar conta de nós ou lidar com nossas vulnerabilidades. Ora, é enorme, na época atual, a quantidade de crianças tratadas pelos pais como irmãs ou companheiras. Pede-se que ajudem a cuidar dos irmãos ou até mesmo, de certo modo, dos pais. Isso ocorre nos mais variados tipos de ambientes domésticos – seja nos lares mais pobres, onde muitas vezes mães solteiras ou separadas são submetidas a alto grau de estresse, seja em lares ricos, onde os pais são emocionalmente frágeis. Outro grupo de pais que as crianças podem sentir dificuldades para idealizar é o daqueles que estão sempre controlando a vida dos filhos. É difícil para a criança respeitar pais que estão sempre servindo a ela e , ao mesmo tempo, mostram tão pouca confiança nela. Além disso, a criança precisa nos interiorizar, absorver as habilidades e qualidades morais que admira em nós. Ora, pais controladores dão poucas oportunidades ou razões para que ela faça isso. A criança precisa experimentar aquilo que Kohut chama de “nível de frustração ideal” (precisa passar por momentos em que não atendamos as suas necessidades) para que, assim, tenha tanto as oportunidades quanto os estímulos para aprender a viver com independência e adotar as características que admira em nós, porque quando criamos o hábito de fazer tudo para facilitar a vida de nossos filhos, corremos o risco de torná-los mais frágeis, prepotentes e egocêntricos.

Beijos

Cátia Menezes

 

 

 

Agenda Cultural Kids

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A Turma Macakids, estará no Clubinho do Shopping Vila Velha neste sábado, a partir das 16h. No domingo, também no shopping Vila Velha, vai ter contação de histórias. Em seguida, Rodrigo Campaneli, da Cia de Teatro Campaneli, vai encenar o espetáculo Show de Mágica, as 17h ! Para participar é necessário se inscrever no SAC (27)2233-5000/5005 ou Whatsapp (27) 99522-1605.No dia da apresentação não se esqueça de levar 1kg de alimento não perecível. 

No sábado também vai rolar um workshop de disciplina positiva na pática: como lidar com o mau comportamento. O evento vai acontecer, das 8h às 12h, na Bravo Eventos, em Jardim da Penha. O ingresso individual está R$ 120,00 e R$ 200,00 casal. Inscrições: 98884-7837/ 99879-0019

No Shopping Mestre Álvaro vai acontecer, neste sábado, a primeira edição de 2018 do Meu Pequeno Mestre com o tema “Como fazer introdução alimentar no meu filho?”, com a nutricionista Nicolle Fiorot do espaço Vida Materna. O evento vai acontecer atrás da praça de eventos, no piso L2. O evento é gratuito.

No Shopping Montserrat, vai ter oficina de customização de orelhas de coelho e pintura facial – nos dias 23, 26 e 29 – 19h às 20h. Nos dias 24, 25, 30 e 31 – 17h às 20h. As inscrições devem ser feitas no local. Já a chegada do coelhinho da páscoa, será neste sábado, às 18h. Vai ter brincadeiras, música e oficinas de inglês. O evento é gratuito.

No Shopping Jardins vai ter, neste sábado às 16h, oficina de ovos de páscoa com o chef Luciano Victal, na praça de alimentação. Vão poder participar crianças de 5 a 10 anos e a taxa de inscrição é R$ 5,00. As inscrições devem ser feitas na recepção do shopping. Além disso, vai ter pintura facial e brincadeiras em inglês.

No parque da Vale, a equipe do Vão Brincar, vai oferecer oficina artística no sábado nos horários: 10h – 11h – 14h – 15h. No domingo vai ter recreação para bebês, nos horários: 10h às 12h/ 14h às 16h. Lembrando que todas as atividades são gratuitas, mas para participar das oficinas é necessário fazer a inscrição na administração do parque – limite de 20 vagas por oficina.

O grupo Estripolia, promete animar a garotada neste domingo às 16h, no Teatro Sesi Jardim da Penha, com o musical infantil “Cantarerê”. O espetáculo reúne músicos e atores capixabas, aproximando o teatro, a música, a dança e o circo das crianças de uma forma super lúdica. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro. Custam : R$10,00(inteira) e R$ 5,00 (trabalhadores da indústria e meia entrada). A classificação é livre.

Na Pedra da Cebola, continua rolando o Festival Food Tour de Hambúrguer, com espaço kids e a entrada é gratuita.

O Teatro Campaneli vai apresentar neste domingo, às 15h e 17h, a peça: O casamento da Dona Baratinha. Ingresso: R$20,00( meia entrada) e R$ 40,00 (inteira). Classificação: Livre.

Já escolheu o que vai fazer com as crianças?

Um beijo

Cátia Menezes

Quando matricular o filho no curso de inglês?

Quando matricular o filho no curso de inglês?


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Atualmente, o aprendizado de uma segunda língua é fundamental, falar um outro idioma no mundo globalizado ajuda a ampliar seus conhecimentos e traz muitos benefícios, tanto é que as escolas já incluíram línguas estrangeiras no currículo. Muitos pais se perguntam com qual idade o filho deve aprender, eles ficam preocupados com o ensino de uma língua estrangeira na infância, com receio de que possa atrapalhar o aprendizado da língua materna. Será? Os especialistas garantem que as crianças estão aptas a aprender mais de um idioma ao mesmo tempo sem prejuízo algum. Um novo idioma desperta a curiosidade e instiga as crianças, facilitando o aprendizado. Quando uma criança estuda inglês, ela estimula as suas funções cognitivas, o que, consequentemente, facilita o aprendizado de outras disciplinas, mas é necessário ficar atento para que o aprendizado ocorra de maneira natural e que se desperte o desejo de aprender sem cobranças. As aulas precisam ser lúdicas, estimular, motivar e incentivar, com metodologias adequadas, como o uso de jogos, brinquedos, imagens. Dessa forma, desenvolvem também outras funções primordiais, tais como motricidade, percepção sensorial, pensamento, linguagem, concentração, criatividade e interação social. Os meus filhos sempre estiveram em contato com a língua inglesa na escola e a brincadeira que mais gostam de fazer dentro do carro, é falar uma palavra e traduzi-la para o inglês e sempre me surpreendo com a pronuncia correta que eles tem e na quantidade de palavras que eles já conhecem. Mesmo eles tendo o inglês na escola, eu pago por fora para terem um maior contato com o idioma. O Henrique, este ano, está matriculado no Nash for Kids – que fica em Santa Lúcia, Vitória/Es – que é um curso para crianças não alfabetizadas e em fase de alfabetização. O objetivo deles é estimular a compreensão e a expressão oral em inglês através da recreação e interação com professores e colegas. Sempre que vou buscá-los vejo o quanto as crianças se divertem e como a aprendizagem flui de forma descontraída e natural. As aulas são 100% em inglês e o diferencial deles para as outras,que já pesquisei, é que eles oferecem 2 horas por aula. A Nadja Trombetta, que é Diretora Pedagógica do Nash, afirma que as crianças que iniciam esse aprendizado até os 3 anos, em geral, assumem o idioma como língua materna, tanto quanto o português. Ou seja, a primeira infância é considerada período de ouro para o desenvolvimento de idiomas. “Vale lembrar que na infância o aparelho fonético- fonológico não está totalmente formado, o que torna mais fácil a pronúncia de palavras que exigem diferentes movimentos de articulação oral”, explica Nadja.

E você mamãe, já colocou seu filho para aprender algum outro idioma? Como seu filho está se saindo no aprendizado?

Um beijo

Cátia Menezes

Cuidando de quem cuida

Cuidando de quem cuida

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Só depois que tive meu primeiro filho, é que pude refletir no quanto um pré-natal psicológico seria de extrema importância para todos os pais de primeira viagem. Quando engravidamos, logo procuramos livros e cursos para aprender a cuidar do novo ser que está para chegar, mas ninguém nos conta a realidade, nua e crua, por traz do nascimento de um bebê. Só nos dizem do cansaço das noites mal dormidas, de amamentação etc. E o casal, como fica no meio disso tudo? Quando o bebê nasce,a rotina do casal é totalmente modificada, por isso eu acho que um pré-natal psicológico é uma oportunidade de acolher e preparar os novos pais para vivenciar as ansiedades da gestação, do parto, orientá-los quanto à integração afetiva com o bebê e o mais importante: integração afetiva enquanto casal. É inevitável não tratar o recém- nascido como o centro do mundo, até porque temos que satisfazer as suas demandas: nutrição, higiene, proteção, aconchego. Mas nós, mães, esquecemos (e parece que o mundo também esquece) que a mãe, protagonista nos primeiros meses por toda essa atenção, também deve ser acolhida e cuidada. A escritora Christine Organ, usa o termo “alma cansada” em seus livros, dizendo que a maternidade pode transformá-la numa alma cansada, principalmente se você não estiver cuidando direito de você mesma. Eu sei, eu sei, cuidar de você parece simplesmente mais uma coisa a incluir na sua já extensa lista de coisas a fazer. Eu também estive onde você está: eu chorei enquanto o meu bebê chorava, eu fiquei noites sem dormir e me perguntei como a minha vida tinha virado uma bagunça. Eu me senti, como se estivesse me partindo ao meio. Chorei várias vezes, quando ouvia do meu ex marido o seguinte:” Não sei porque você reclama tanto de cansaço. Você não gosta de cuidar dos seus filhos? Quem dera eu, se tivesse essa oportunidade de ficar em casa, sem precisar trabalhar, só para cuidar dos meus filhos”. E com tudo isso, eu aprendi que maternidade é maravilhosa e mágica, mas é também pesada e difícil. E quando você estiver sentindo tudo pesado e difícil, é a hora de dar um tempo. Na verdade, já passou da hora. Você tem razão em se sentir exausta, pois é exatamente como você está. Você sabia que seu bem-estar pode refletir na saúde do seu filho, tanto que algumas patologias emocionais do recém-nascido estão diretamente ligadas aos seus níveis de exaustão, estresse e depressão? Então por favor, tenham um tempo só para vocês. E acredite em mim: seus filhos precisam que você faça isso. Seja um tempo a sós com o marido, um tempo com as amigas ou um tempo sozinha mesmo, longe de tudo e todos. Não se culpe por querer este tempo, porque quando você está bem isso reflete na relação com seus filho. Eles precisam de uma mãe que não esteja exausta. Eles precisam de uma mãe que tenha as duas coisas: amor e energia para dar para eles. Eles precisam de uma mãe que tenha ficado tempo suficiente longe deles para que ela volte a sentir um enorme prazer quando estiverem juntos de novo. Sei que com a maternidade, as criticas, opiniões e afins surgem de tudo quanto é canto, mas não se abale. Faça o que quiser fazer, não é porque você virou mãe que o lado mulher/esposa tem que desaparecer. Pelo contrario, a maternidade muda uma mulher e toma mudança: de paradigmas, de perspectivas, de aspirações e isso é muito gratificante.