Arquivo mensal: junho 2012

Como cuidar das manchas na pele durante e após a gravidez

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É perto do terceiro trimestre da gravidez que muitas mulheres começam a notar o aparecimento de manchas desagradáveis na pele. Escuras e amarronzadas, as manchas aparecem com mais frequência no rosto, colo e braços. É nesse período também que podem ocorrer o escurecimento dos mamilos, o surgimento da linha escura na barriga (conhecida como linha negra) e também o escurecimento de sardas ou pintas. Por mais difícil que seja eliminar essas manchas, não vale ficar na paranoia. Entenda abaixo o que é, as causas, como tratar e evitar o aparecimento das manchas na pele durante a gravidez:

Por que surgem manchas na pele durante a gravidez?
A pele da grávida fica mais sujeita a manchas pelo fato de os estrógenos e progestágenos estimularem a melanogênese, que é a formação da melanina. Como os hormônios estão aumentados na grávida, isso leva a alterações pigmentares como o aparecimento de manchas, escurecimento dos mamilos, sardas e pintas, e surgimento de uma linha escura na barriga. As manchas ainda podem aparecer até cerca de três meses após o parto. Conhecida como cloasma ou melasma, as manchas da gravidez estão na categoria das mais difíceis de serem tratadas.
 
Onde as manchas costumam aparecer
O rosto – mais precisamente bochechas, testa, nariz e lábio superior – é o local de maior incidência do surgimento dos cloasmas.As alterações pigmentares podem ocorrer em 75 a 90% das gestantes, de forma e localizações variáveis. Algumas áreas da pele podem escurecer, como a fronte, nariz, axilas, face interna das coxas e períneo, assim como as cicatrizes. O distúrbio de pigmentação mais frequente na gravidez é o escurecimento da linha média abdominal, denominado linha negra”.
As mulheres com peles morenas têm mais chances de ter as manchas. Quanto maior for o fototipo, maior será a chance de hiperpigmentação, pois uma pele mais morena apresenta mais células, ou seja, melanócitos, que são as produtoras de pigmento, a melanina.
 
Como evitar e tratar as manchas
Os médicos são unânimes quando dizem que a melhor maneira de prevenir manchas na pele durante a gravidez é utilizar protetor solar, bonés ou chapéus sempre que houver exposição aos raios UVA e UVB. A mulher deve sim tomar banho de sol durante a gestação, mas com atenção ao horário correto: até as 10h e após as 16h. E lembre-se que cada mulher tem uma pele específica e a melhor pessoa para definir qual é o protetor solar adequado é o médico. Além da exposição ao sol, o anticoncepcional é outro fator que favorece o aparecimento das manchas de uma maneira geral.Anticoncepcionais ou tratamentos com hormônios favorecem o surgimento do melasma porque eles estímulam a produção de melanina.
O tratamento depende do grau de acentuação das manchas e deve ser iniciado após a amamentação. Peelings, sessões de laser, cremes e óleos são aliados no combate às manchas. Os mais indicados são substâncias clareadoras nos cremes de uso em casa. Em consultório,os peelings e alguns lasers como o CO2 fracionado com despigmentantes e, mais recentemente, um laser micropulsado que, feito semanalmente, ajuda muito a clarear a pele e fazer a manutenção da pele clara.
A mulher deve também evitar o uso da cera quente. Pode haver piora das manchas, principalmente no buço. Muitas vezes as mulheres não se protegem adequadamente após a depilação da face, por isso é tão comum a queixa de melasma no buço.
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Noruega é o melhor lugar do mundo para ser mãe; Níger é o pior

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O relatório anual da organização não-governamental Save The Children listou os melhores lugares para a mulher ser mãe no mundo: Noruega, Islândia, Suécia, Nova Zelândia e Dinamarca são os primeiros colocados no ranking, enquanto o Níger foi apontado como o pior local, antes ocupado pelo Afeganistão. O Brasil aparece em 12º lugar entre os países menos desenvolvidos.

Saúde materna e infantil, nutrição, educação e situação econômica são algumas das categorias analisadas na pesquisa feita em 165 países. Os Estados Unidos estão em 25º, com uma taxa de mortalidade ligada à gravidez de 1 a cada 2,1 mil nascimentos.

O ‘Melhores e Piores Lugares Para Ser Mãe’ é dividido em três grupos, os desenvolvidos, os menos desenvolvidos e o dos países pobres. A Noruega é apontada como o país onde se oferece uma das políticas mais generosas com a mulher, como o fato de 40% do parlamento ser ocupado por mulheres. No país onde a expectativa de vida da mulher é de 83 anos, uma profissional tem uma média de 18 anos de estudo, enquanto no Níger, o pior colocado, uma mulher passa uma média de 4 anos estudando e a expectativa de vida é de 56 anos. Na América do Sul, a Argentina aparece na frente do Brasil no ranking dos menos desenvolvidos: 12º lugar, assim como Cuba, Uruguai, Chipre e até Barbados, que está em 3º.

O relatório afirma que incentivar a amamentação ajudaria a salvar mais de um milhão de crianças ao ano e afirma que menos de 40% dos lactentes que vivem em países em desenvolvimento se alimental exclusivamente do leite materno.

Entre as surpresas dos países mais desenvolvidos estão a Lituânia – o país é o 23º colocado, à frente dos Estados Unidos, por ter uma taxa de escolarização no ensino médio de 98% -, e o Canadá, que aparece em 19º e oferece 52 semanas de licença-maternidade para as novas mães. Confira abaixo as dez melhores nações para ser mãe:

1º Noruega: É Top 5 entre as nações com melhores políticas de educação e representatividade política para as mulheres
2º Islândia: É apontado como o melhor lugar para uma criança crescer entre os desenvolvidos
3º Suécia: Os cargos do governo são 45% ocupados por mulheres
4º Nova Zelândia: A expectativa de tempo de escolaridade da mulher é de 20 anos
5º Dinamarca: A taxa de morte ligada à gravidez é de 1 em 10.900 nascimentos
6º Finlândia: O percentual de ocupação feminina no governo é de 43%
7º Austrália: Tem melhores políticas para a mãe e a expectativa de escolaridade da mulher é de 20 anos
8º Bélgica: Tem percentual de 39% de ocupação feminina no governo
9º Irlanda: 19 anos é o tempo total de escolaridade esperada entre as mulheres
10º Holanda: As mulheres ocupam 39% dos postos na administração pública

Alergias e intolerância alimentar infantil: como lidar com o problema

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O primeiro passo é entender a diferença entre alergia e intolerância: Com a alergia não existe uma quantidade grande ou pequena que faça mal. Tanto faz uma criança que tem alergia a morango comer um ou 20 morangos, a reação vai acontecer. No caso da intolerância, depende da dose. Tem crianças que toleram bem uma pequena quantidade de leite, por exemplo, no caso da intolerância à lactose, e que podem ingerir um pouco de leite e não terá problema nenhum.

Glúten
A doença celíaca, mais conhecida como intolerância ao glúten, normalmente se manifesta na infância, entre 1 e 3 anos de idade. Considerada autoimune, na doença celíaca o organismo ataca a si mesmo, mais precisamente o intestino deslgado, dificultando a absorção de vitaminas, nutrientes e sais minerais. Pães, bolos, biscoitos, macarrão e pizza são alguns exemplos de alimentos que, normalmente, contêm glúten e são proibidos aos celíacos.
Principal proteína do trigo, aveia, malte, centeio e cevada, o glúten ou suas partes estão presentes em alimentos de todas as espécies. “É um problema genético e o único tratamento é a exclusão, por toda a vida. Nesse caso, os pais devem estar sempre atentos ao que a criança vai comer e ensinar desde cedo a procurar nos rótulos se os alimentos têm, ou não, glúten.
Como opção, pode-se substituir os ingredientes com glúten por fécula de batata, amido de milho, fubá ou farinha de mandioca.Os principais sintomas são diarreia ou prisão instestinal, inchaço, pouco ganho de peso e irritação.
 
Lactose
Quando uma criança produz pouca enzima lactase, responsável por digerir a lactose no organismo, ela desenvolve a intolerância a produtos lácteos, como leite, queijo e outros alimentos feitos a base de lactose, que nada mais é do que o açúcar do leite. Mas se o problema for uma reação à proteína do leite da vaca, trata-se de uma alergia. Como até os seis meses de idade o bebê só se alimenta de leite materno, a alergia, mais comum nos lactentes, começa a surgir quando o leite de vaca é introduzido na dieta do bebê.
50% dos casos evoluem para a cura até os 12 meses, e 90% deles passam a tolerar o leite entre os 2 e 3 anos. Ou seja, acaba o problema. Como o bebê não sabe expressar o incômodo, ele rejeita o leite, apresenta irritabilidade e sinais como sangue nas fezes, refluxo e dores abdominais são visíveis.Náusea, vômitos, distensão abdominal e flatulência, que ocorrem logo após a ingestão, são alguns dos sintomas de alergia à proteína do leite. Asma, rinite e chiado no peito também são comuns da alergia à proteína. Menos presente nas crianças, a intolerância à lactose pode ser tratada com o controle do consumo do leite e com a ingestão de lactase, que pode acontecer por comprimidos ou gotas.
O tratamento com a lactase, no entanto, não é tão simples: É vendida em poucas farmácias e o custo é alto. Deve ser tomada junto com o alimento que tem a lactose, como leite, bolos, sorvetes e alimentos ricos em queijos. A pessoa deve estar com a lactase sempre à mão e saber bem a composição do alimento para saber se tem muita ou pouca lactose, para acertar a quantidade da enzima a ser tomada. Não é muito prático.
 
Soja, ovo e frutos do mar
Soja, ovo, nozes e amendoim, peixes e frutos do mar e frutas cítricas estão entre os alimentos com maior incidência de alergia infantil.É  mais comum que a reação alérgica com abacaxi, manga, morango e outras frutas cítricas seja oral, com irritação, coceiras ou inchaço labial. Nesses casos, basta que a mãe aqueça a fruta em alta temperatura que haverá uma desnaturação da proteína que está causando a alergia. Bolos ou preparos quentes não fazem mal.
De acordo com o médico nutrólogo da Abran Carlos Nogueira, só existe uma maneira de conviver com a alergia: “Não tem jeito, tem que tirar o alimento da criança. Se ela continuar tendo acesso ao alimento que tem alergia pode ter algo mais grave como um quadro de choque anafilático”, explica. Por isso, os especialistas recomendam que a mãe evite fornecer alimentos como soja, ovo, amendoim, peixes e frutos do mar para a criança antes de um ano de idade.

Mimos de luxo para o bebê

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Banheira com cristais Swarovski

A designer americana Lori Gardner passou mais de dois meses colocando um por um os quase 45 mil cristais Swarovski na banheira avaliada em 3.200 libras, cerca de R$11 mil. Esse foi um dos presentes que Blue Ivy Carter, filha de Beyoncé teria ganho de Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. E a própria criadora da obra de arte tem uma sugestão de uso para depois que a criança crescer: pode servir para banhar o animal de estimação ou como cooler para conservar espumantes e outras bebidas em uma festa.

 
Berço dos sonhos
Feito de cedro maciço e detalhes em bétula, o berço da Posh Tots tem rodas que permitem a movimentação do móvel pela casa e até um trocador para facilitar a vida da mãe. Para ter um desses em casa é preciso desembolsar aproximadamente 19.995 dólares, ou seja, R$ 37 mil.

 
Bolsa de maternidade Louis Vuitton
Luxo e riqueza também é ter uma bolsa de maternidade da Louis Vuitton – de mais de R$ 4 mil – feita em couro de bezerro com detalhes em bronze. Diversos bolsos e compartimentos para mamadeiras e outros acessórios facilitam a vida da mãe.

Carrinho possante

Oito mil e quinhentos reais é o preço do carrinho The Roddler- Kustom Series feito de alumínio com acabamento em couro e suspensão reforçada. Guidom e pneus são totalmente ajustáveis e há vários opcionais para customizar de acordo com o gosto do freguês – ou do bebê.

 
Chupeta com cristais
Você pode escolher se quer colocar o nome do bebê, fazer um desenho diferente ou apenas deixar a chupeta coberta de cristais. O modelo feito em ouro branco tem 278 cristais, bico de silicone e alça removível. Não é vendida por menos de R$ 30 mil. No Brasil, alguns modelos parecidos, com aplicação de cristais Swarovski são encontrados por cerca de R$ 500.

 
Colher de bebê
A equipe de designers da Christofle crivou um diamanete Swarovski em uma colher de bebê para mostrar o quão luxuosa pode ser a vida de quem já nasce rico. A colher, claro, é de prata e quem preferir pode escolher o modelo feito com safira. O valor aproximado é de R$ 2,4 mil.

 
Cadeira com cristais
Se você já alimenta seu bebê com uma colher com diamante Swarovski, uma cadeira cravejada com centenas deles é só um mimo a mais para a criança. Projetada pela designer Carla Monchen, a cadeira feita com armações de metal é avaliada em cerca de R$ 30 mil.

Banheira de hidromassagem

A MagicBath é uma banheira de hidromassagem que oferece um banho relaxante e foi projetada ergonomicamente para apoiar o bebê na posição correta. O display digital permite que a mãe ajuste a temperatura e luzes de LED podem ser definidas de acordo com o temperamento da criança. O mimo custa cerca de R$4 mil e foi fabricado pela italiana BluBleu.

Creche: o que avaliar na hora de escolher a ideal para o seu filho

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Instalações e espaço físico
Deve ser bem arejado, limpo e com circulação de ar. Antes de 2 anos, a criança não está com o sistema imunológico totalmente formado, portanto é importante observar os cuidados do local com a ventilação. Não se esqueça de verificar se há local adequado para o banho de sol de 15 minutos diários e, de preferência, opte por uma creche próxima de casa. Além de estabelecer um vínculo afetivo com os vizinhos, evitam-se deslocamentos diários demorados com a criança. Para a proteção da criança, tenha atenção aos equipamentos de proteção, como redes, grades e portões. Ter um local dedicado e tranquilo para as refeições é o mais aconselhável dentro de uma creche, bem como banheiros de crianças serem separados dos banheiros de adultos. A instituição deve ter procedimentos preestabelecidos para caso de acidentes.
 
Equipe de cuidadores
De acordo com as recomendações da Secretaria de Educação Básica, do Ministério da Educação, deve haver um educador para cada oito crianças de até 2 anos. Turmas com crianças de 3 anos devem ter um educador para cada 15 crianças, enquanto uma pessoa somente pode ser responsável por 20 crianças entre 4 e 6 anos.O ideal seria uma criança para cada cuidador, ou o mínimo possível, senão vira um cuidado padronizado e cada criança tem suas necessidades específicas.Procure e entenda a proposta pedagógica da creche, que deve estar em forma de documento e de acordo com as ideias e princípios da família. De acordo com o Ministério da Educação, os profissionais de creche devem ter, no mínimo, formação em ensino médio com iniciação em magistério.A creche é um dos contextos de desenvolvimento da criança. Além de prestar cuidados físicos, ela cria condições para o seu desenvolvimento cognitivo, simbólico, social e emocional. Para isso, necessário se faz a presença de um nutricionista e uma enfermeira.
 
Alimentação e controle higiênico
A oferta de alimentos nesta fase precisa ser feita em ambientes tranquilos, com profissionais que forneçam segurança afetiva e ajuda.É muito importante uma dieta adequada para a faixa etária, que supra as necessidades nutricionais, que estimule o prazer do paladar e seja fonte de oportunidades de aprendizagem. A tranquilidade e a calma no ambiente durante as refeições são primordiais para a criança fazer descobertas e desenvolver sua sociabilidade com naturalidade.Em uma creche, a higiene tem papel fundamental. A limpeza deve ser realizada por uma equipe treinada, com produtos adequados que sigam as recomendações de segurança estabelecidas pelo local.As crianças precisam transitar livremente para explorar o ambiente. Devem ser adotadas atitudes e procedimentos de cuidado com a segurança, conforto e proteção da criança na instituição. O lixo deve ser retirado diariamente dos ambientes internos e externos e a creche deve ter um plano alimentar. Dê preferência aos locais onde um nutricionista cria e avalia o plano alimentar semanal das crianças.

Mulher acima dos 35 anos tem mais chances de gerar filho com Síndrome de Down

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A idade ideal para a mulher ter filho é até os 35 anos. A afirmação dos especialistas é reforçada pela médica geneticista Dafne Horovitz. Segundo ela, conforme a idade vai avançando, o risco da mulher gerar uma criança com Síndrome de Down também aumenta. “A mulher já nasce com os óvulos semiprontos e, à medida que ela vai envelhecendo, a probabilidade de os óvulos se dividirem de maneira diferente, levando a uma não separação de pares de cromossomos, vai aumentando”, justifica.

De acordo com a médica, antes dos 30 anos o risco de uma mulher ter um bebê com a síndrome é de uma em mil. “Aos 35, já é de uma a cada 200 nascimentos e, aos 40, a cada 80 bebês que nascem, um tem a síndrome”, afirma. E não importa se a mãe está na primeira ou terceira gestação: “O grande mito é só existir o risco quando o primeiro bebê é a partir de uma certa idade. Não importa, conforme a idade vai avançando o risco vai aumentando.”