Arquivo mensal: setembro 2012

Cardápio

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Olá mamães,
hoje eu vim passar para vocês o carpádio que planejei quando ficava em casa,com o meu lindinho. Era um meio de me programar, de saber o que meu filho estava comendo e a variedade de vitaminas etc. que estava ingerindo. É bom fazer cardápios porque desta forma, se ele vier a apresentar algum tipo de reação a algum alimento…dá para termos uma idéia do que causou.

2ªfeira
Colação – pêra raspada
Almoço – papinha: carne moída, inhame, abóbora, chuchu, espinafre, 1/2 gema, polenta, caldo de feijão. Suco de manga.
Lanche – Vitamina ou papa de banana com cereal de milho
Jantar – papinha: peito de frango, aipim, abóbora, vagem,espinafre, arroz, caldo de feijão. Suco de laranja lima.

3ª feira
Colação – maça raspada
Almoço – papinha: músculo, batata baroa, abobrinha, quiabo, brócolis, macarrão argolinha, caldo de feijão. Suco de melão.
Lanche – vitamina ou papa de pêra com aveia.
Jantar – papinha: músculo, batata, cenoura, abobrinha, brócolis, macarrão argolinha, caldo de feijão. Suco de manga.

4ª feira
Colação – mamão amassado
Almoço – papinha: músculo, batata, beterraba, couve-flor, macarrão cabelinho de anjo, couve, caldo de feijão. Suco de goiaba.
Lanche – vitamina ou papa de banana, abacate e multicereais.
Jantar – papinha: peito de frango, inhame, beterraba, chuchu, couve, 1/2 gema, cabelinho de anjo, caldo de feijão. Suco de laranja lima ou suco de maçã.

5ª feira
Colação – papa de banana com mamão
Almoço – papinha: fígado, cará,abóbora, vagem,agrião, arroz,caldo de feijão. Suco de laranja lima.
Lanche – vitamina ou papa de maça com cereal de milho.
Jantar – papinha: músculo, batata baroa, quiabo,abobrinha, agrião,polenta,caldo de feijão.Suco de melão.

6ª feira
Colação – banana amassada
Almoço – papinha: peito de frango, inhame, cenoura, quiabo, couve, arroz, caldo de feijão. Suco de frutas.
Lanche: vitamina ou papa de mamão com cereal de arroz.
Jantar: papinha: carne moída, inhame, abóbora, chuchu, couve,arroz, caldo de feijão. Suco de laranja lima.

É isso pessoal, espero que tenham gostado. Lembrando, que este cardápio teve a orientação do pediatra e da nutricionista dele.

A importância do pai

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Especialistas enumeram as razões que fazem a presença do pai ser essencial no pré-natal e no pós-parto.

1. Qual a importância do pai no pré-natal?

“A principal tarefa do marido é não se deixar ser excluído pelo obstetra, que muitas vezes conhece a moça desde menina e o olha como um intruso. O marido precisa ter consciência de seu papel, de que é mais importante que o médico, de que é o verdadeiro companheiro da mulher. Antes de ser pai, ele é homem. E ela, antes de ser mãe, é sua mulher. Assim ele será melhor pai, ela será melhor mãe e juntos continuarão a ser um bom casal”, defende o psicanalista Francisco Daudt. “O pai deve dar assistência em tudo que a grávida necessite – tanto nos cuidados com o bebê como com ela mesma. Ele deve estar atento às consultas médicas, aos exames necessários, à alimentação e ao controle do peso dela. Tudo isso é importante para que a gestação não se torne mais pesada para a mãe do que para o pai”, acrescenta a psicóloga Cristiane Gai. “É interessante que o marido participe dos exames no pré-natal, uma forma também de curtir a gravidez e, assim, auxiliar na elaboração de sua nova condição, que é ser pai. Essa relação ajuda na formação de um vínculo entre pai e filho, mesmo com o bebê ainda dentro do útero”, finaliza a psicóloga Isis Pupo.

2. É importante o pai estar na sala de parto?

O fundamental é o apoio, e isso varia de acordo com cada casal. “No parto, o papel paterno é de compreensão pelo momento único que a mulher está passando, pelas dores que ele jamais vai sentir, por exemplo. Acima de tudo, a presença do pai deve ajudar a gestante a se sentir segura”, explica a psicóloga Cristiane Gai. Na opinião do psicanalista Francisco Daudt, o marido deve apoiar a mulher, estar a seu lado, dar-lhe a mão. “Friso que, antes de pai e mãe, eles são marido e mulher”, ele diz.

Se o seu marido entra em pânico só de pensar na sala de parto, fique calma. A psicóloga Isis Pupo defende que estar na sala de parto é opcional: “Deve-se respeitar os próprios limites. O ideal é assistir ao parto se for para passar tranquilidade e apoio à mãe e ao bebê. Caso contrário, é melhor esperar que o recém-nascido chegue ao berçário”.

3. Preciso pagar alguma taxa para que o pai do meu filho participe do parto?

Não. A lei garante: tanto no sistema público como no privado, a gestante tem direito a um acompanhante de livre escolha durante o trabalho de parto, o parto e o pós-parto, sem pagar nenhuma taxa extra. (Fonte Resolução Normativa 167, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar em janeiro de 2008.)

4. Algumas mães afastam o pai da criança nos primeiros meses por achar que só elas dominam o jeito certo de fazer as coisas. Como resolver essa situação para a mãe se sentir segura e o pai não se sentir excluído?

“Desde o momento que o bebê nasce, o ideal é que o pai participe dos cuidados com a criança: ele deve assistir ao banho demonstrativo, que é realizado em diversos hospitais, conversar com os pediatras e enfermeiras, não ter vergonha de perguntar e arriscar, afinal nenhum filho vem com manual de instruções. A aprendizagem só vem com a prática, e as mães também passam por isso. Se, mesmo com todo esse esforço, ainda houver desconfiança, vale ter uma boa conversa e expor os sentimentos para a parceira”, incentiva a psicóloga Isis Pupo. Para o psicanalista Francisco Daudt, a divisão de tarefas e responsabilidades é importante porque “retira da mulher a monumentalidade massacrante que transforma uma jovem moleca brincalhona num ser enorme chamado mãe”. Já a psicóloga Cristiane Gai sugere: “O pós-parto é um período muito complicado para o homem. A solução é tentar participar ao máximo, seja cantando uma cantiga de ninar, seja ajudando na troca de fraldas e no banho. E, além disso, ter em mente que essa fase vai passar”.

5. O que o pai pode fazer para ajudar no pós-parto?

“O que ele aprendeu antes (ou o que deveria ter aprendido): dar banho no bebê, alternar quem atende a criança nas acordadas noturnas, trocar fraldas, ajudar a mãe a preparar o peito para a amamentação e, sobretudo, continuar a ser marido e companheiro de sua mulher”, enfatiza o psicanalista Fernando Daudt.

6. Se o casal estiver separado, como o pai pode participar do dia a dia do bebê?

“No pós-parto e por toda a vida, o pai deve participar o máximo possível da rotina de seu filho. Isso vale também para os pais separados. É interessante conversar com aquele que fica mais tempo com o bebê e perguntar sobre seus gostos e suas preferências. Fazer parte da vida de um filho é fazer parte de seu mundo, é conhecê-lo. Desde o útero, a criança já escuta e discrimina a voz dos pais devido à diferença de tonalidade. Portanto, o vínculo do bebê com a figura paterna se inicia ainda no útero”, finaliza a psicóloga Isis Pupo.

O que esperar da primeira semana após o parto

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Os pés incham, as mamas esquentam, a barriga fica flácida e a tristeza aperta o coração. É a transição da gestação para a maternidade. Aprenda a lidar essas reações

Coceira e dor

A mulher costuma passar dois ou três dias no hospital após o parto. É um período de recuperação supervisionada, principalmente para as que fizeram uma cesárea. Mulheres submetidas à cirurgia começam a sentir os efeitos da operação já na sala de parto. A anestesia aplaca a dor, mas também pode causar coceira. Passado o efeito anestésico, de 12 a 24 horas após o parto, a mamãe sente dores na região da cicatriz e tem dificuldade para se movimentar. As que realizaram o parto normal têm uma recuperação mais rápida, muitas nem parecem que tiveram filho, a não ser pela exaustão, já que o procedimento consome muita energia. Ainda na maternidade, a mulher tem que iniciar a amamentação e, nessa hora, precisa de orientação, paciência e persistência até ajustar a pegada da boca do nenê na auréola do peito, e não só no bico. E ninguém nasce sabendo. Nem o bebê nem a mãe. Nos primeiros dias, a mãe produz pouco leite, o chamado colostro, vital para a saúde da criança.

Pós-operatório

Como qualquer cirurgia, a operação cesariana gera trauma e deixa vulnerável a região abdominal da mulher. Além da cicatriz e do curativo, a incisão dificulta os movimentos e provoca dor. A perda de sangue também pode favorecer anemia, tontura e mesmo dor de cabeça. Por isso, a mãe precisa tomar alguns cuidados, principalmente até tirar os pontos, o que acontece de uma semana a dez dias depois do parto. Ela não pode ficar parada, mas também não deve fazer muito esforço. É um período de resguardo. Dirigir, ter relação sexual, subir escadas, fazer trabalhos domésticos, levantar peso… Tudo isso está terminantemente proibido. Dependendo do material, o curativo da cesárea deve ser trocado de 12 em 12 horas, e é preciso ficar atento a qualquer sinal de infecção. Por isso, o parto normal é sempre preferível. Nesse caso, os dias seguintes são menos traumáticos, sem cicatrizes ou dores mais agudas.

Pés inchados

Durante a gestação, o útero comprime a veia que recebe o sangue dos membros inferiores – a chamada veia cava, a que tem o maior calibre do corpo humano. Isso gera um congestionamento sanguíneo e o sistema vascular de pernas e pés extravasa líquido para a camada subcutânea, provocando edemas. Além disso, a mulher tende a reter líquido durante a gestação e, para o procedimento de parto, recebe muito soro fisiológico. O resultado é o inchaço do corpo, em geral e dos pés, em particular. Quando a criança nasce, a tendência é que o organismo volte ao normal, mas isso pode demorar, pelo menos, uma semana. Por isso, os pés ficam tão inchados após o parto. Nesse período, é importante andar para ativar a panturrilha e bombear o sangue dos pés para a circulação geral. Fazer atividade física, controlar o ganho de peso e usar meias elásticas durante a gravidez também garante pés menos inchados.

Mamas quentes

O bebê nasce bem nutrido. No útero, ele recebeu tudo o que precisava para suportar bem os primeiros dias de vida. Nesse período, o leite da mãe ainda é escasso, mas fundamental para a criança, principalmente porque ativa seu sistema imune, ainda imaturo. Porém, por volta do terceiro dia após o parto, há o que os médicos chamam de apojadura, que é a descida do leite. Ele vem mais grosso e mais branco. O peito incha e esquenta. Às vezes, a mãe tem até um pouco de febre. Tudo isso é normal e, para aliviar a situação, basta dar o peito ao filho. Com o tempo, a fome do bebê e a descida do leite entram em sincronia. Mas atenção: a pegada da criança precisa ser correta, caso contrário, pode provocar fissuras e inflamações nos mamilos, que causam dor e febre.

Tristeza inexplicável

Ter um filho gera insegurança em qualquer mulher. Em maior ou menor grau, a mãe se defronta com uma sensação de incapacidade e fica mais fragilizada, desde a gestação. Quando a criança nasce, as emoções se exacerbam e, muitas vezes, a mulher é tomada por uma angústia inexplicável. A falta de suporte afetivo tende a agravar o quadro. Problemas com o marido, filho não planejado e ambiente familiar conflituoso podem precipitar esse tipo de tristeza. Em casos mais agudos, é preciso investigar uma eventual depressão pós-parto, que tem como principais sintomas choro fácil, alterações de humor, cansaço excessivo, insônia, irritabilidade e desconcentração. Claro que o diagnóstico só quem faz é o médico, mas é importante a mulher estar atenta e conversar sobre o assunto. Pedir ajuda faz toda a diferença nessa hora. Até porque muitas mães simplesmente param de cuidar do filho.

Barriga flácida

Durante a gestação, tanto o útero quanto a pele que o envolve sofrem profundas transformações. Eles precisam se distender para a criança se desenvolver. Quando o bebê deixa o ventre da mãe, inevitavelmente aquela estrutura elástica permanece distendida durante algum tempo. O prazo depende do metabolismo e do comportamento de cada mulher, mas costuma ser de três meses. Nessa hora, a principal aliada da mulher é a amamentação, que estimula a produção de um hormônio, a ocitocina, responsável pela contração das fibras musculares do corpo inteiro, incluindo as do abdômen. Ou seja, quando a mãe amamenta, a barriga volta ao normal mais rapidamente. Na primeira semana, alguns médicos recomendam que a mamãe use uma cinta abdominal. Não para voltar mais rápido, e sim por segurança psicológica e conforto – após o parto, parece que tudo está solto. Outra medida importante para evitar problemas com a barriga é o controle do peso. A mulher deve ganhar de 9 a 12 quilos, em média, durante a gravidez. No máximo, 15 quilos, o que já é muito. Mais que isso significa problemas para emagrecer depois, além de estrias e celulites, quase sempre irreversíveis. Nesse caso, a melhor dica é engravidar já dentro do peso, fazer atividade física orientada durante a gestação e cumprir sempre uma dieta equilibrada. Em casos mais complicados, há a opção de fazer uma cirurgia plástica.

2ª Receita – Sopinha de couve-flor, curry, maçã e açafrão

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Ingredientes:
2 dentes de alho pequenos, picados
2 colheres (sopa) de azeite de castanha-do-pará
1/2 cebola ralada
1 couve-flor pe quena (300 g), cortada em buquezinhos
1 maçã sem casca, ralada
Sal a gosto
1 pitada de curry
Açafrão a gosto
1 litro de caldo de legumes caseiro

Modo de preparo: Em uma panela, refogue o alho no azeite de castanha-do-pará até dourar. Junte a cebola e a couve-flor e refogue. Adicione a maçã, o sal, o curry e o açafrão e deixe co zinhar por mais cinco minutos. Acrescente o caldo de legumes e desligue o fogo. Bata tudo bem rápido no liquidificador. Volte a mistura ao fogo por mais três minutos ou até engrossar.

Rende 4 porções

1º Receita – Papa de banana com aveia, ameixa-preta e cardamomo

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Boa noite mamães,

não sei vocês…mas eu ADORO fazer as comidinhas do meu filhote.Agora, como ele está na creche ele lancha e janta lá. O almoço ainda continua por minha conta; aproveito,mesmo,é no final de semana para fazer algo diferente para ele. Vou começar a deixar aqui no blog, algumas receitinhas para vocês..Espero que gostem!

Papa de banana com aveia, ameixa-preta e cardamomo

Ingredientes:
2 bananas-nanicas maduras, pequenas
6 ameixas-pretas secas, sem caroço
3 colheres (sopa) de aveia em flocos
100 ml de água mineral
1 bago de cardamomo

Modo de preparo: Pique as frutas em pedaços pequenos. Em uma panela, junte aos demais ingredientes e cozinhe por 20 minutos ou até a ameixa ficar macia e a aveia cozida. Retire o cardamomo e amasse a papa com um garfo. Deixe esfriar e sirva.

Rende 2 porções

Parede de Lousa

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Já que os bebês vão crescer e entrar na fase de rabiscar a parede, que tal uma parede inteirinha de lousa para deixar a criatividade solta? É decorativa, você pode “mudar” a decoração todos os dias rabiscando novos desenhos e sem medo de ser feliz riscando a parede. Quartos de bebê cada vez mais bacaninhas.

Como lidar com as quedas

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Todas as crianças são muito mais resistentes do que nós imaginamos, e as inevitáveis quedas dessa fase de grande mobilidade provavelmente não causarão danos graves ao bebê. Quando ele cair, entretanto, siga as instruções a seguir.

  1. Não entre em pânico. O bebê percebe o medo e o pânico. Quanto mais calmo você parecer, melhor será a reação dele diante da queda.
  2. Mova-se devagar (caso o tombo não seja grave). Se o bebê notar que estamos correndo em sua direção, poderá assustar-se.
  3. Conforte-o verbalmente enquanto se aproxima. Diga “Você está bem e vai voltar a ficar de pé num instante”.
  4. Pegue o bebê caso ele precise de mais consolo.
  5. Verifique se o bebê está machucado e cuide das “contusões” se for necessário.
  6. Distraia o bebê caso ele continue a chorar. Um brinquedo novo pode fazê-lo esquecer imediatamente o tombo.