Arquivo mensal: maio 2013

Os looks de Kim Kardashian

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Os looks de Kim Kardashian ao longo da gravidez têm ganhado destaque na imprensa internacional desde que a barriguinha da socialite começou a apontar. Mamãe de primeira viagem, Kim não quis saber de roupas para grávidas e tem ousado sem medo nas fendas e nos decotes, além dos modelos que marcam as suas novas curvas, sem se preocupar com os quilinhos extras ganhos nos sete meses de gestação. As escolhas da  estrela de “Keeping up With The Kardashians” têm sido alvo de comentários pelas derrapadas no bom gosto. E nem os sapatos de salto ficaram de fora nesse período.

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Livro: Mothern – Manul da mãe moderna

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Há tempos queria ler estre livro mas, por meses, não o achava nas livrarias de Vitória ( esse e muitos outros livros – diga-se de passagem). O que eu acho um absurdo. Aproveitei a ida, das minhas tias para o Rio de Janeiro para encomendar alguns livros, da minha imensa lista…Risos

Posso dizer que gostei bastante!!! As autoras do blog Mothern, Juliana Sampaio e Laura Guimarães oferecem muita informação para as mães dos tempos de hoje mesclada com boa dose de humor. Essa é a receita de ‘Mothern – manual da mãe moderna’, lançamento da Matrix. A idéia do blog nasceu da própria experiência das autoras, na faixa dos trinta anos e com filhas, que não se identificavam com as revistas e sites sobre o assunto. Três anos depois, elas resolveram levar para o livro as aventuras e desventuras das mães atuais – na maternidade, nas festas infantis, na hora do choro, nas brincadeiras, nas viagens, na fase dos porquês, nos restaurantes. Sempre de uma maneira alegre, prática, realista e inteligente. Afinal, muito melhor do que padecer no paraíso é se divertir nele.

Gestos que ensinam

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A lição é válida tanto para pais quanto para educadores de crianças do ensino fundamental: usar as mãos ao transmitir conhecimento potencializa o aprendizado. A descoberta é de cientistas da Michigan State University (EUA) que testaram vídeos didáticos com e sem linguagem gestual em 22 salas de aula e depois avaliaram a capacidade dos pequenos de aplicar o que aprenderam. O desempenho foi de 50% melhor quando os professores associaram movimentos à fala. “O recurso reforça a memorização, além de estimular a habilidade associativa”, confirma o especialista em medicina comportamental Ricardo Monezi, da Unifesp. “Sem contar que, quando o filho se comporta bem e a mãe o afaga,por exemplo, ocorre uma ativação do sistema límbico, área do cérebro ligada às emoções, o que favorece a assimilação da mensagem”.

Respeito à diversidade

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A luta pelo respeito à diversidade ganhou uma ajuda de peso: A Academia Norte-Americana de Pediatria. Em cartilha publicada em abril, a instituição se colocou a favor da adoção de crianças por casais homossexuais.A decisão tem respaldo na revisão de estudos científicos realizados ao longo de mais de 3o anos e que demonstram que filhos de pais homoafetivos apresentam boa resiliência social, psicológica e sexual. A declaração coincidiu com a regulamentação legal das novas famílias. “Apesar de o processo de adoção não ser fácil, com o respaldo da lei, casais homoafetivos não encontrarão tantos obstáculos como preconceito ou falta de bom senso por parte dos juízes”, acredita a presidente da Comissão de Tolerância e Diversidade Sexual da OAB, Teresa Maria Dus. Do ponto de vista do desenvolvimento infantil, a adoção por homossexuais não representa qualquer diferença em relação à criação por heterossexuais, como defende Sylvia Maria Mendonça,especialista em  Direito da Família e Sucessões. “Um ambiente familiar estruturado assegura à criança amor, saúde, amparo para o desenvolvimento físico, afetivo e psicológico, independentemente da opção sexual dos pais”, completa.

Terapia musical

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BEBEMUSICA

Mais do que embalar o sono dos bebês, as canções de ninar conferem benefício extra para os prematuros. Foi o que descobriu uma pesquisa do hospital Beth Israel Medical Center, em Nova York (EUA). Após acompanharem 272 crianças que nasceram antes do tempo e foram expostas a diferentes tipos de melodia, os pesquisadores descobriram que músicas suaves melhoram os padrões de sono, alimentação, frequência cardíaca e respiração dos pequenos. Mas as cantigas de ninar estão entre as mais efetivas,especialmente se cantaroladas pelos pais. “Esses recém-nascidos enfrentam procedimentos médicos estressantes e os sons leves promovem relaxamento, desacelerando os batimentos do coração”, explica a pediatra neonatologista Filomena de Mello, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP).

Expectativas para o segundo filho

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Olá Mamães de Plantão,

sábado completo 37 semanas de gestação e claro, que as expectativas aumentam quanto à chegada do Joaquim.

Tirando os enjoos que senti no começo, esta segunda gravidez está sendo muito tranquila (o que não é novidade para ninguém, porque sempre escrevo isso!). Pois bem..e olha que estava morrendo de medo de não dar conta de cuidar direito do Henrique, sozinha. Tudo correu a meu favor: não me senti tão cansada, aquele sono desesperador não apareceu para mim, não senti tanta dor nas costas, não estou ligando tanto para as minhas formas arredondadas- o que me deixa mais feliz e menos angustiada na hora de escolher uma roupa  para sair etc.  Agora então…nada me incomoda mais. Fico curtindo,diante o espelho, meu barrigão junto com o Henrique ( que faz questão de levantar a sua camisa, para também mostrar a sua barriga).

Mas este post, é para falar sobre algumas expectativas que tenho… então vamos lá (por mais que eu saiba, que na hora H, tudo será diferente):

Estou tentando prometer, a mim mesma, que vou seguir à risca o resguardo: vou tentar dormir o máximo, não vou ficar igual uma doida subindo e descendo escadas, lavando toda hora alguma roupa suja do bebê na mão e por aí vai… ( Tudo que fiz, quando o Henrique nasceu).Mas uma coisa me deixa em dúvida: Quero estabeler uma rotina logo nos primeiros dias, do Joaquim. Mas sei que vou querer ficar ainda mais grudada com ele, do que  fiquei com o Henrique. Ainda mais, depois do susto que levo todos os dias, ao ver que o meu bebê  já está um “rapaz”.

Sei que não vou ficar naquela ansiedade louca, que todas as mães de primeira viagem ficam, para ver seu filho comer a primeira frutinha, tomar o primeiro suco, dar os primeiros passos etc. Quanto mais demorar, melhor. Quero curtir tudo devagarinho.

Como o marido vai estar de férias, vou aproveitar o máximo. Como vou estar muito focada no Joaquim, por causa da amamentação vou deixar por conta dele, os cuidados com o Henrique. Ele que dê:banho, troque fraldas, dê comida etc. Vou tentar ficar meio distante nestes momentos (risos)!! A desvantagem é que o mais gostoso de família é estar perto mas, se eu estiver muito perto, vai sobrar tudo para mim.

O que quero mesmo, nos primeiros dias de vida do Joaquim, é tentar fortalecer os laços entre os irmãos…Conversar com o Henrique, brincar com os dois, deixar o Henrique por perto enquanto estiver: amamentando, dando banho etc. Ah…eu e meu marido, conversamos bastante e resolvemos colocar o Henrique na creche, a partir de julho. Achamos importante, ele ficar meio período, para ele poder conviver com outras crianças da sua idade, brincar etc. Já fomos em algumas creches com ele e ele adorou. Pegou na mão das professoras, fez carinho, brincou com as crianças. O problema foi ir embora!!!  Risos

Mudando de assunto….é impressionante a quantidade de dúvidas que rondam minha cabeça:

– Será que existe vida sexual após o segundo filho?

– Será que na segunda gravidez,aumentam os riscos de eu ter uma criança com algum problema?E se isso acontecesse?

– Como será que o primogênito vai reagir a um irmãozinho?

– Será que um outro filho consegue amenizar o pavor que eu tenho de que alguma coisa aconteça com ele?

– Como será que ficarão nossas finanças, com dois filhos?

– Será que com dois filhos eu consigo se uma mãe menos protetora,e deixar as crianças mais soltas no mundo?

– Será que eu consigo amar um segundo filho do mesmo jeito que amo o primeiro?

– Como será o rostinho dele?

– Será que vou dar conta de cuidar,dos dois?

– O Henrique foi um bebê tão tranquilo,será que o Joaquim também será?

A verdade minha gente, é que sabemos a resposta para a maioria destas perguntas….Gostamos mesmo é de sofrer por antecedência.

Igual ao Henrique o Joaquim não será. Até porque não existem duas pessoas nem dois filhos iguais.E que bom que é assim, não é mesmo?Mas uma coisa é certa, alguma experiência eu já tenho, o que facilita muito as coisas.Em algumas coisas, todo bebê é igual. Pelo menos, já sei cuidar do umbiguinho, enrolar o bebê no cueiro,  fazer baixar uma febre, ignorar uma birra etc.

Outra coisa MUITO BOA…dá para aproveitar as roupinhas se as crianças forem do mesmo sexo ( O que é o nosso caso). Sabe aquela roupinha linda, e ainda nova que ficou pequena?vai para o irmão, é claro. Berço, carrinho,cadeirinha, banheira, tudo pode ser usado de novo. Com certeza, o investimento inicial é menor. Mas também não se iluda: quanto mais crianças, mais dinheiro você gasta.Ter filhos é a coisa mais cara do mundo. E a melhor.

Dá mais trabalho?É verdade. São dois almoços, dois quartos para arrumar, mais roupas para lavar e certamente, vou ter que aprender a apartar umas brigas de vez em quando.Mas acredito dar menos trabalho também, por um lado as crianças vão se divertir juntas e eu vou ter um tempinho maior para mim, será??

“Será que eu consigo amar um segundo filho do mesmo jeito que amo o primeiro?” Eu tenho certeza que sim, porque amor se multiplica. Pode apostar nisso! Antes do Henrique nascer eu não conseguia entender o que era amor incondicional. Achava que sabia o que era amar  alguém. Meus Deus…como é diferente. Só depois que ele nasceu é que pude sentir, pela primeira vez, o sentimento de amor pleno, completo, absoluto,que não impõe condições ou limites para se amar.Quem ama de forma incondicional não espera nada em troca. O amor está em primeiro lugar e ponto final.É um amor generoso, altruísta e infinito. É o típico “amor de mãe” mesmo, que é dado livremente, independente do que recebe de volta. Eu amo demais o meu filho, do jeitinho que ele é mas, desde que engravidei do segundo, vivo babando por ele.Como não amar os dois, já que os dois são frutos de um amor tão verdadeiro, que é o que sinto pelo meu marido??Meu companheiro de todas as horas, um pai exemplar. O amo sem ter qualquer razão ou pré-requisito. O nosso amor é uma ação praticada a todo instante, de variadas formas.

Muitas vezes pensamos: Agora que minha vida social está voltando ao normal, será que eu quero realmente começar tudo de novo e voltar a me aninhar em casa?Ou então…eu não tenho tempo para ter outro filho, está tudo muito caro, não estamos preparados psicologicamente, eu ainda quero conhece a Índia, o Japão etc.Meu apartamento só tem dois quartos, não quitei a casa….Sinceramente??? Eu nunca pensei em nada disso mas, para quem pensou…sinceramente??Eu acho que o melhor da vida não vem das decisões mais racionais. A decisão de ter um segundo ou terceiro filho será maior que você. Quem tem esse instinto maternal infinito, vai saber o momento certo.

Quando,por fim,seus conhecidos solteiros e principalmente, sem filhos te olharem como se você fosse uma hippie louca, e, com um misto de dó e admiração, disserem: “Noooooossa,grávida de novo? Animada, hein?”, responda: “Animada e suuuuper feliz”.

Cadeirinha especial

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Crianças com necessidades especiais nem sempre conseguem ser acomodadas em cadeirinhas de carro por conta de suas dificuldades motoras e físicas. Mas uma novidade no mercado promete trazer mais segurança e conforto para elas. Em parceria com a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), a marca Burigotto trouxe para o Brasil a cadeira Kiwy, que tem assento especial com apoio para os pés, pernas e cabeça, ajustáveis de acordo com as necessidades do pequeno.Isso evita que ele se mova além dos limites permitidos e mantém sua postura correta,evitando lesões em caso de acidente.

O produto é indicado a crianças de até 36 quilos. O preço é sob consulta porque, embora a Burigotto comercialize a cadeirinha sem fins lucrativos , a empresa não tem como fiscalizar o valor imposto pelos revendedores.