Arquivo mensal: janeiro 2013

CDs e DVDs

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Crianças adoram música. Desde recém-nascidos já podem ouvir melodias suaves, que ajudam a acalmar e ninar para dormir. Quando ficam maiorzinhos, a curtição é cantar junto,dançar, rir das letras engraçadas e fazer pequenas coreografias fofas. Aí entram em cena os CDs de cantigas de roda e DVDs que estimulam os pequenos se mexerem.

Sugestões de CDs e DVDs:

DVD Patrick & Amigos
Fantoche e DVD com 5 histórias. Com aproximadamente 20 minutos.

Partimpim Dois
Músicas compostas e cantadas por Adriana Calcanhotto para crianças.

Kit CD e DVD Fazenda
Vem com dois dedoches, apresenta os animais da fazenda para as crianças.

Disney Baby Einstein
6 CDs com música clássica para bebês.

Canções de Ninar
Melodias que falam com graça sobre a noite,o sonho e a hora de dormir.

Pequeno Cidadão
Composições de Arnaldo Antunes, Edgard Scandura, Taciana Barros e Antonio Pinto para os próprios filhos.

A volta ao circo em dó maior e dó menor
Da série Aprendiz de Maestro, fala da importância da música na vida das pessoas. Texto de Andrea Bassit.

MP baby clube da esquina
Arranjos e interpretações do pianista André Mejmari para clássicos do Clube da Esquina e Milton Nascimento.

DVD Tu toca o quê?
Show do conjunto Tiquetê mostra os instrumentos tradicionais e outros nem tanto, como baldes e caixas de CD.

DVD Hora de dormir
Da série MPBBaby, tem um repertório de músicas, imagens e atividades para ouvir, brincar, cantar e pensar.

Meu pé meu querido pé
Temas dos programas infantis da TV Cultura, como Castelo Rá-Tim-Bum, X-Tudo e Cocoricó

Kit 3D Palavra Cantada
DVD com CD da trilha do filme, um óculos 3D e um copo com efeito 3D.

DVD Descobrindo o mundo
Mozart em arranjos feitos para manter a atenção das crianças.

Os Saltimbancos
A história dos 4 amigos, do musical de Chico Buarque, gravado em 1977.

No mundo da criança
Da Biscoito Fino, clipes em desenho de Aquarela, A casa, O pato, entre outros.

Show no Paiol
DVD gravado no cenário do Cocoricó, na TV Cultura. Hélio e seus músicos cantam e brincam com os personagens.

Um Minutiiiinho!
Catorze composições novas para crianças de 2 a 10 anos.

MPBABY U2
Releituras dos sucessos do grupo Bono Vox, adaptados pelo violonista Reginado Frazatto Jr.

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As mães e seus smartphones

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Ele já faz parte da vida de quem tem filhos quase como a bolsa de fraldas. Além de telefonar, as mães hoje usam seus smartphones para organizar a agenda, tirar fotos e mais fotos dos filhos, se conectar com as amigas e até acalmar os bebês. Uma pesquisa feita com 3.000 mães americanas pelo portal http://www.babycenter.com, revelou que os celulares multifunção são considerados hoje a melhor ferramenta das mães modernas. Dois terços das mães ouvidas disseram que não poderiam nem imaginar ficar uma semana sem o seu celular.

Mães, inclusive, estão 18% mais propensas a terem um smartphone que qualquer outro perfil de usuário. Mais da metade delas respondeu que checar o telefone é a primeira coisa que fazem ao acordar pela manhã e a última que fazem antes de dormir à noite. 76% das mães dormem com o telefone ao seu lado.
Por que? Porque o telefone é a ligação com o mundo além dos filhos, segundo 62% das mulheres entrevistadas. A grande maioria(96%) das mães acessam o Facebook pelo telefone, e mais de dois terços entram nas redes sociais pelo menos uma vez ao dia. Mesmo assim, quase a metade das mães respondeu que usa o smartphone para ter mais eficiência no dia a dia, e só 13% responderam que é para diversão.

Entre os lugares favoritos para usar o celular, aparece em primeiro lugar, a fila do supermercado (81%). O segundo lugar é o único da casa onde geralmente as mães conseguem ter alguma privacidade- sim, o banheiro(43%)!!

A grande maioria 66% aproveita para usar o telefone enquanto as crianças estão brincando. Mas eles também usam o aparelho como brinquedo: quase um quarto dos aplicativos dos telefones das mães é para as crianças, muitas com menos de três anos. Elas dão o celular para os filhos quando precisam que fiquem quietos por alguns minutos, normalmente na sala de espera do médico(30%), durante um ataque de choro dos pequenos(18%), quando precisam conversar com outro adulto(17%) ou no carro(15%).

Você se identifica com algumas dessas situações?
Mas lembre-se, para crianças pequenas , ficar mais de uma hora plugada em eletrônicos não é saudável.

10 coisas que você precisa avaliar na hora de escolher a escola

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1- Distância

Os horários de entrada e saída podem render algumas horas no trânsito. Além disso, em casos de emergência, você vai agradecer por estar por perto.

2- Linha pedagógica

Tradicional, construtivista, sócio-construtivista …Escolha a que combina com sua família e que traduz os valores em que você acredita.

3- Custo

Não é só o preço da mensalidade que você precisa calcular: há o material escolar, o transporte, o lanche, o uniforme, os passeios, a matrícula…

4- Infraestrutura

Preste atenção na higiene, nos recursos(áreas verdes, biblioteca) e nos aspectos humanos(alunos por turma, auxiliares).

5- Atividades Extracurriculares

Muitas escolas oferecem atividades como judô, balé, teatro e coral, algumas dentro da própria grade curricular.

6- Parceria

É importantíssimo que haja um canal aberto de comunicação entre escola e família.

7- Preparo

Informe-se sobre a capacitação do corpo docente: formação, experiência e, principalmente, afetividade com as crianças.

8- Segurança

Observe vidros, piscina, parquinho, degraus e tudo que pode representar um risco. Verifique também se a área destinada às crianças pequenas é separada.

9- Disciplina

A escola exige uniforme e pontualidade? É muito rígida? Ou muito solta? A ideal é a que combine mais com sua família.

10- Lanchonete/refeitório

Desde a higiene até a qualidade da comida, é importante saber o que seu filho vai comer durante a semana. Veja se há alimentos saudáveis e naturais.

Escolinha faz bem!

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Colocar os filhos na escolinha antes dos 5 anos, quando o ensino fundamental começa por lei, é uma escolha dos pais. Muitas mães ficam inseguras de deixar seu bebê na escola ou culpadas de não ficar esse período com eles. Como tudo em educação de criança, não existe regra. Depende do momento de vida da família, da necessidade da mãe de trabalhar ou não…Pode até ser diferente para cada filho – o que funciona com um, muitas vezes, não funciona com o outro. Mas alguns dados científicos e opiniões de especialistas ajudam na hora de tomar essa decisão.

Uma pesquisa divulgada no início do ano mostra que crianças que vão para a e escola cedo, por volta dos 3 anos, têm mais sucesso nos estudos mais tarde. O National Institute of Child  Health & Human Development, patrocinado pelo governo americano, estudou 1.300 crianças,do nascimento aos 12 anos. Metade ficou em casa até os 5 ano, cuidada pela mãe ou babá; a outra metade foi matriculada em escolas ou creches. Ao chegarem à adolescência,os que frequentaram o jardim de infância tiveram melhor desempenho escolar, além de um vocabulário mais extenso.

Mas o estudo também mostrou que é a partir dos 3 anos que os benefícios da escola são maiores. É quando a criança tem necessidade de começar a se desenvolver socialmente e tem autonomia para aprender a conviver em grupo. Antes dessa idade, o mais importante para os pequenos é o afeto e a qualidade da atenção individual que recebem- seja na creche ou em casa.

Sabendo disso, fica claro que, ao decidir colocar uma criança de 2 anos na creche, é importante procurar um lugar onde ela possa ter bastante atenção: um professor pode cuidar de até no máximo 12 crianças ( eu, particularmente, acho muito), desde que tenha um ajudante para a hora das refeições e da higiene. Outra dica é verificar se o “clima” da escolinha é acolhedor e carinhoso, e se as crianças parecem satisfeitas.

Outro ponto a pesar para decidir a hora de mandar seu filho para a escola é a qualidade de atenção e estímulo que ele vai receber ficando em casa. Tem crianças perto com quem brincar no prédio, parquinho ou clube? Se a mãe vai trabalhar, a criança vai ficar aos cuidados de alguém que a estimule ou vai ficar a maior parte do tempo na frente da TV?

Na pré-escola, as crianças gastam a maior parte do tempo brincando, com canetas coloridas, lápis de cera, tintas e outros materiais. Além disso, aprendem a esperar a vez na sala de aula, dividir o brinquedo com o colega, sentar-se na hora que pedem, evitar o que é proibido, falar em grupo, contar uma história, se expressar com confiança, se sentir mais seguras no ambiente fora de casa. Tudo isso vai ajudá-las na hora de entrar na escola “grande” do ensino fundamental, e é bem difícil de ensinar em casa. Enfim, ir para a escola é crescer, e crescer sempre é bom. Não é o que todos os pais querem para seus filhos?

Para Ler: Escola sem Conflito – A parceria com os pais, de Tânia Zagury.

Um guia bem completo para escolher a escola dos filhos. Traz informações sobre linhas pedagógicas. Record, R$ 28

Cadeirinha para carro

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Um dos acessórios mais importantes para você poder levar seu bebê para casa é a cadeirinha de transporte. Muitas maternidades nem autorizam a saída de seu filho sem antes verificar se existe um bebê conforto corretamente colocado no banco de trás do carro – seja o seu próprio ou um táxi. Até 1 ano de idade, o assento deve ser colocado de costas , virado para o banco de trás, e ter cinto de cinco pontos. Dos 12 meses até os 4 anos, a criança passa para a cadeirinha – também com cinto de cinco pontos – virada para frente. Alguns modelos se adaptam para os dois tipos de uso e “crescem” junto com a criança, o que pode ser uma economia.

Mais tarde, a partir dos 5 anos ou 18 Kg; seu filho pode passar para um assento de elevação (booster), que prende a criança no cinto do próprio carro. Pela lei brasileira, a cadeirinha só é obrigatória para crianças de até 7 anos e meio. Mas os cintos de segurança dos carros são projetados para pessoas de, no mínimo, 1,45m de altura e mais de 36Kg, medidas que, normalmente, só são atingidas por volta dos 10 anos. Então, até seu filho chegar lá, é mais seguro continuar usando o booster. Verifique que o cinto de segurança deve ficar sobre o ombro da criança, sem passar na altura do pescoço.

Bolsa de fraldas e mala de maternidade

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A primeira mala que você vai comprar para seu filho provavelmente será a de maternidade. Ela é que vai carregar as roupinhas para o recém-nascido usar no berçário, muito bem lavadas com sabão de coco e passadas a ferro. Já a bolsa de fraldas é para levar no dia a dia a todo lugar com o bebê, até que ele aprenda a usar o penico, pelo menos. As que tem divisórias internas ajudam a separar fraldas descartáveis, creme de assaduras, fralda de pano, manta, lenços umedecidos e toda a parafernália que temos de levar quando saímos com o bebê. Divisórias e bolsos demais, no entanto, atrapalham: você acaba esquecendo em que lugar colocou cada coisa e, na hora da pressa, pode se embaralhar. Algumas vêm com trocador portátil embutido, o que é prático. Elas podem ter motivos infantis ou ser mais neutras.

Berço desmontável

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amicicolornovoQuando viajamos com o Henrique, para a Europa, tinha disponível no quarto dos hotéis que ficamos um berço desmontável e eu achei muito prático. Concluí que é um dos melhores equipamentos que se pode ter. Dá para levar para qualquer lugar…Em poucos minutos, dá para montar e desmontar, criando um ninho automático para seu filho fora de casa. Com o tempo, quando a criança vai ficando mais pesada, vale a pena comprar um colchãozinho extra para aumentar o conforto. Alguns modelos vêm com uma tela antimosquito e até um minitrocador acoplado além, de um compartimento para botar os brinquedos. Em casa, eu uso o berço como cercadinho, para o Henrique brincar enquanto estou fazendo alguma coisa na cozinha.