Arquivo mensal: outubro 2012

Febre

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Febre ou Hipertermia?

A febre é uma alteração da temperatura que faz parte do mecanismo de defesa do próprio organismo. A hipertermia também se caracteriza pela elevação da temperatura, mas as causas são externas. A mais comum é a exposição ao sol. Acontece, por exemplo, quando a família fica na praia fora do horário recomendado (antes das 10 e depois das 16 horas). Em geral, basta dar um banho morno na criança, oferecer bastante líquido e deixá-la em um ambiente arejado. Em último caso, dê o antitérmico de costume.

O termômetro ideal

Os pais mais experientes conseguem identificar a febre apenas colocando a palma da mão no rosto ou no tórax da criança. Mas o termômetro ainda é a opção mais segura. Conheça os mais usados:

Digital: nem sempre são precisos. É necessário aguardar,em média, um minuto para a medição da temperatura, que deve ser feita na axila. Custa em torno de R$ 70.

Timpânico: a temperatura é medida pelo ouvido e se mostra mais alta do que em outras regiões. Isso deve ser levado em consideração pelo pediatra. A medição é rápida e precisa, mas o termômetro custa caro: R$ 500,em média.

Mercúrio: é o mais fiel. O problema é que, como é de vidro, pode se quebrar facilmente e a substância é tóxica. Espera-se,no mínimo, três minutos antes de fazer a leitura correta. Use-o também na axila. Custa,em´média, R$ 30.

O que causa a febre?

A febre é sempre sintoma de uma infecção ou inflamação, por isso você tem toda razão ao ficar alerta. Mas nem sempre é grave. As causas mais comuns são infecções virais, como respiratórias, urinárias, otites, amigdalites e pneumonias. Na maioria das vezes, no entanto, trata-se de um sintoma benigno que vai embora espontaneamente . Você leu certo. Ela tende a desaparecer sozinha, sem a necessidade de medicação.

Quando é preciso dar remédio?

Segundo os especialistas,só temperaturas acima de 37,8°C são consideradas febres. Além disso, de acordo com a recomendação atual da Sociedade Brasileira de Pediatria, se seu filho for maior de 3 meses e estiver com menos de 38°C e bem de maneira geral – brincando, comendo e dormindo normalmente- o ideal, é apenas aliviar o mal-estar, com banho morno ou compressas de água morna na cabeça, virilha e exila a cada cinco minutos, por exemplo. Também tenha em mente que ele ficará com febre muito mais do que você. Afinal, na infância, a imunidade ainda não está totalmente desenvolvida e a criança fica mais suscetível à doenças. Após os 38°C, pode haver medicação – que tende a levar até uma hora para fazer efeito. Lembre-se de que as viroses duram, em geral, de um a dois dias. Então, nesse período, seu filho ainda vai apresentar o que os pediatras chamam de quadro febril. Até lá, a criança pode ficar com o rosto vermelho, respirar mais rápido do que o normal, sentir frio e mostrar-se um pouco abatida. As mãos e os pés também ficam gelados, pois os vasos sanguíneos das extremidades se contraem para elevar a temperatura do resto do corpo. Algumas podem, ainda, ter dores musculares e de cabeça.

Como medicar?

Os remédios usados para controlar a temperatura são os de efeito analgésico e antitérmico. No Brasil, os mais utilizados são o paracetamol, o ibuprofeno, e a dipirona. Só o pediatra pode indicar a melhor opção para seu filho, bem como a quantidade exata que você deve oferecer a ele, em mililitros, com uma seringa ou copo dosador. Se a medicação for em gotas, nunca pingue diretamente na boca da criança, pois há risco de intoxicação caso caia algumas a mais sem querer.

Qual a hora certa de procurar o pediatra?

Em algumas situações, o profissional tem de ser consultado imediatamente. É o caso de bebês com menos de 3 meses e temperatura superior a 37,8°C, por exemplo. O mesmo vale para crianças de qualquer idade com febre acima de 39°C ou com outros sintomas mais graves, como letargia, falta de ar, vômitos, diarreia, palidez e manchas na pele, independentemente do grau da febre. Por último, se ela durar mais de 48 horas,mesmo que a criança esteja bem, é necessário investigar. Se seu filho não se encaixar em nenhuma dessas situações, tenha calma. Certamente, não é o caso de correr para o médico.

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Plástica no dia do parto

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Conjugar esse tipo de procedimento estético a uma cesárea é arriscado e condenado pelas associações médicas de cirurgia plástica e obstetrícia. Ainda assim, já profissionais que cedem ao desejo das mães de voltar ao corpo de antes da gravidez depressa e a qualquer custo. Um parto em si já envolve riscos (incluindo de morte), especialmente se for uma cesárea. Isso porque se trata de uma cirurgia que os médicos chamam  de potencialmente contaminada, uma vez que envolve sangue, placenta e líquido amniótico. A combinação de duas operações aumenta as chances de infecções e complicações.Além disso,no pós-parto,o corpo não se encontra em condições normais, pois, durante a gravidez, ele se modifica para gerar e acomodar o bebê. A pele e os músculos esticam, os hormônios oscilam, os seios podem crescer até dois manequins, o volume de sangue aumenta até 50%(o que dá mais trabalho ao coração) e o útero, que era do tamanho de uma pera, no fim da gestação equivale a uma melancia. Outro problema diz respeito à coagulação sanguínea,que também sofre alterações por influência dos hormônios da gravidez, aumentando a chance de trombose. Deve-se lembrar que a prioridade é outra: o recém-nascido. Nos primeiros meses, o bebê precisa de um olhar integral da mãe. A recuperação de uma cirurgia plástica pode ser bastante dolorida. E aí, como cuidar do filho nesse caso?

Segundo pesquisa recente feita com mil mulheres pelo Mojomums, site inglês que oferece suporte a mães empreendedoras no Reino Unido, leva-se, em média, 409 dias – ou seja, exatamente um ano, um mês e uma semana – para perder os quilos ganhos durante os nove meses de gestação. No pós-parto, a gente tema sensação de que nunca mais vai ser bonita de novo. Mas isso não é verdade. Antes de tomar qualquer decisão precipitada, acredite nisso. E em você também.

Escola pode dar castigo?

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Depende do tipo e da forma comque ele é colocado perante o grupo. Um dos papéis da escola é ensinar os alunos a conviver bem e respeitar as regras sociais. Você já ouviu falar de crianças que se comportam superbem no colégio e fazem a maior bagunça em casa? Isso acontece porque dentro de uma instituição é mais fácil delimitar o que pode e o que não pode. Só é preciso tomar cuidado para não expor o aluno. Família e escola precisam estar alinhados com relação à forma de educar, então converse sempre com professores e coordenadores para saber como eles lidam com cada questão, e se você está de acordo com essa postura.

A medida certa

Até 2 anos: A criança ainda não tem noção de tempo. então precisa de sanções curtas e imediatas.Você pode colocá-la sentada no sofá por cinco minutos sem que ninguém fale com ela, por exemplo.

3 a 5 anos: Agora ela começa a ter uma ideia da passagem do tempo, você pode, por exemplo,tirar o brinquedo por duas a três horas. Também já dá para conversar com a criança, porque ela entende melhor e consegue dialogar.

6 a 8 anos: Nessa fase, seu filho já sabe quando está errado e tem a noção da passagem do tempo. Se não fizer a lição de casa, por exemplo, você pode dizer que ele não vai à casa do amigo no final de semana.