Arquivo mensal: junho 2013

Fralda Pampers Recém-Nascido

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pampers-RN

Bom, vamos começar pelo básico: fraldas. Até agora, já testei alguns modelos com o Henrique agora, é a vez do Joaquim.

Desde que Joaquim nasceu, está usando a fralda Pampers Recém-Nascido. Repito por aqui, é uma bobagem as pessoas falarem para não comprar roupas e fraldas RN porque vai usar pouco. Pode até usar por pouco tempo mas vai usar. Tanto o Henrique que nasceu com 4kg quanto o Joaquim que nasceu com 3.570 kg usou e este ainda está usando RN. No Henrique eu usei por algum tempo as fraldas da Turma da Mônica, que foi a indicação de muitas mães, mas admito que não gostei muito ainda mais depois que experimentei no Henrique as fraldas Pampers – elas são bem mais macias. No Joaquim, já optei por esta e ponto final.Segundo o fabricante, a fralda é feita com material suave e tem uma camada exclusiva que retém o cocô. Isso é super importante nos primeiros dias, quando o cocô do bebê (o mecônio) é uma espécie de pasta mais fluida do que sólida. O fabricante diz que a fralda tem uma loção hipoalergênica, o que também é importante para a pele hiper sensível dos recém-nascidos. A fralda é fininha e bem absorvente. As laterais são elásticas, deixando a fralda bem ajustada ao corpinho do bebê. E também tem um corte para o umbigo, o que também é legal nessa fase em que a gente tem tanto receio de machucar o coto umbilical.
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Johnson’s Baby sabonete líquido da cabeça aos pés

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Olá mamães,

o post de hoje  é para indicar um produto que estou amando usar no Joaquim, que é o sabonete líquido “da cabeça aos pés”.

Já tinha dito, por aqui, que no Henrique usei o sabonete líquido da Granado que eu também adoro mas, como gosto de variar optei por experimentar este e posso dizer que é muito bom além de ser super prático, afinal você não precisa de vários produtos para dar banho no bebê. Não precisa ficar pegando shampoo, trocando para sabonete, essas coisas.

Formulado para limpar suavemente a pele do bebê, desde o primeiro banho, ainda na maternidade, sua exclusiva fórmula “Chega de Lágrimas” limpa sem ressecar a pele do bebê, pois contém alto teor de glicerina, ingrediente essencial para o cuidado com a pele dos recém-nascidos. É clinicamente testado, hidratante, possui pH neutro, é biodegradável e não contém álcool.  Tem coisa melhor??

Indicação Bebês e crianças.

Roxo

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Antes mesmo do Henrique começar a engatinhar, ele começou a colecionar alguns roxos pelo corpo. Não é por falta de aviso e nem por falta de cuidado, eu juro que tento criar um ambiente seguro, mas essa criança desafia as leis da normalidade (e testa as leis da física diariamente).Em menos de um segundo, ele já pulou da cama, do sofá, bateu com a testa na mesa de jantar, caiu de boca no chão etc.Como lidar? Os primeiros tombos, são os mais doloridos para nós mães que nos culpamos, infinitamente, pela distração.Mas fiquem tranquilas…depois de um tempo vocês passam a ter um sangue frio, para acudir rapidamente o filhote, dar uma olhada geral em todo o corpo para ver se foi grave e o que resta é acalentar o baby. Hoje em dia, confesso que não esquento muito. Na maioria desses casos ele mais assusta que machuca realmente. O que acontece é aquele choro sentido de menos de 60 segundos e dali a pouco lá vai ele novamente aprontar.

Henrique estava com um roxo horrível na perna que eu, sinceramente, não sei como apareceu. Não sei se foi por causa da vacina que tinha tomado na perna ou se foi algum tombo. Só sei que demorou uns dois meses para sumir e olhem, que até hoje tem um roxo bem de leve n0 local. Na quarta, quando o levei ao pediatra até perguntei sobre isso. Fiquei preocupada, até porque sei do perigo das crianças apresentarem roxos pelo corpo sem motivo aparente. Mas pelo visto, o dele é normal.

Hematomas ( “Roxo”)

Um hematoma é um acúmulo de sangue num tecido, geralmente causado por um traumatismo (contusão, queda, pancada), por alterações no sangue ou até pelo uso de certos medicamentos. Roxo escuro e bastante dolorido a principio, tende a se tornar esverdeado e, em seguida, amarelo, até que o tecido se regenere e volte à cor normal.

Na maioria dos casos permanece por poucos dias, podendo se estender por algumas semanas e até mais., dependendo da gravidade e extensão do trauma. A capacidade de regeneração dos tecidos varia de um individuo para outro.

A duração também depende dos cuidados dispensados à lesão, como por exemplo a utilização de bolsa de gelo(15 minutos a cada hora) e o uso de medicamentos específicos para tratar a dor e reduzir a mancha roxa.

Prevenção

  • Atenção, calma e cuidados nas tarefas do dia-a-dia são fundamentais para evitar trombadas. Usar corrimãos nas escadas, manter as áreas de maior circulação livres, não deixar pisos molhados, usar sapatos antiderrapantes para tarefas em pisos escorregadios, fixar tapetes ao chão, manter gavetas fechadas, são cuidados que podem prevenir trombadas.
  • Utilizar equipamentos de proteção na prática de esportes com potencial para formação de hematomas: joelheiras, tornozeleiras, capacete, etc.

Distensão e Contusão

Distensão

É o rompimento total ou parcial de fibras musculares, como consequência de um esforço extremo ou repetitivo. Frequentemente ocasionadas por práticas esportivas, provocam dor e limitação. Como medida imediata recomenda-se repouso, aplicação de gelo (15 minutos a cada hora), além do uso de medicamentos para dissolver os coágulos no músculo e aliviar a dor. Pode ser necessário o uso de fisioterapia, por indicação de um médico.

Contusão(pancada)

É uma lesão de tecido, músculo, tendão ou ligamento, ocasionada por um trauma, queda ou pancada forte., podendo gerar dor, inflamação, inchaço e hematoma no local. O tratamento imediato consiste na aplicação de bolsa de gelo(15 minutos), elevação do local ou repouso, além do uso de medicamentos com ação anti-inflamatória.

 

Joaquim nasceu!!

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Olá mamães

antes tarde do que nunca (risos). O motivo do meu sumiço foi o nascimento do Joaquim. Vocês podem imaginar a correria que está aqui em casa, com os meus dois meninos juntos??? Pois é gente mas, é uma delícia ver que a casa está toda ocupada.

O post de hoje é para relatar o meu parto, então vamos lá…no dia 14 de junho(sexta) eu e Henrique estávamos na casa da minha avó , enquanto meu marido estava em uma festa com o pessoal do serviço dele. Lembro que peguei o Henrique no colo e senti algo quente escorrer pelas minhas pernas. Pedi para minha tia pegar o Henrique porque ele, certamente, tinha feito xixi e transbordado pela fralda. Quando ela o tirou de cima de mim, vimos que ele estava seco. Fui até o banheiro e ví que minha calça estava um pouco molhada. Quando retornei onde estava, ví que tinha mais líquido no chão aí começou a dúvida: Henrique teria feito xixi ou minha bolsa tinha estourado? Começou a me dar vontade de ir ao banheiro toda hora, foi aí que resolvi ligar para o meu marido que, prontamente, foi ao meu encontro. Liguei para o meu médico várias vezes mas, este não me atendeu.Fomos até a maternidade para que eu pudesse ser atendida pelo médico de plantão. Chegando lá, o médico me examinou e nos falou que eu poderia ter feito xixi, que isso era normal entre as grávidas. Achei estranho, porque até então isso nunca tinha acontecido comigo. Por via das dúvidas me passou uma requisição para fazer uma ultrassonografia no outro dia para ver o volume de líquido amniótico . No outro dia, no sábado, lá fomos nós fazer a ultra e a médica nos disse que estava tudo bem e que o volume de líquido estava baixo, compatível com o final da gestação.

Avisei meu médico que pediu para que eu fizesse repouso e em caso de contrações tomasse o Buscopan Duo. Me pediu também para ligar para ele, no final da tarde, para avisá-lo de como estava me sentindo. Feito isso…marcamos o parto para o outro dia, no domingo de manhã. Lembrando que no sábado, eu tinha completado 39 semanas de gestação.Foi ótimo porque aproveitamos a vinda da minha sogra e do meu cunhado, que moram em São Paulo, para que eles também pudessem ver o nascimento do Joaquim.

É claro que eu não consegui dormir, por nem um minuto, na véspera do parto. Aproveitei para colocar algumas coisas, que tinham faltado, dentro das malas e organizar a mala do Henrique, já que ele ia ficar na casa da minha avó enquanto eu estava na maternidade.

Bom..9h dei entrada na maternidade e 9h30 Joaquim nasceu. A família pôde ver o parto por um vidro. Quando a médica aplicou a anestesia , lembro que dei um pulo. Nossa..senti um choque por toda a minha perna direita! Quando deitei, já anestesiada, comecei a sentir muito enjoo ( a mesma coisa que senti no parto do Henrique).Então, pedi para que eles colocassem logo um remédio para o enjoo no soro que estava tomando na veia.

É engraçado né?? passamos nove meses nos preparando para a chegada do bebê. A ansiedade nos domina até o momento em que o cordão umbilical é cortado e, pronto, o maior amor do mundo, aquele que a gente nem sabia que existia ou que achava que não fosse sentir, com a mesma intensidade, com o segundo filho- vem com força total. Posso dizer que a única coisa que muda é a preocupação. Fiquei bem mais receosa com tudo até ele nascer. Não sei se é porque na primeira gestação a gente não faz ideia dos riscos de um parto, do milagre que é ter um filho com 100% de saúde etc.  No segundo…eu fiquei mais paranoica, com medo de algo sair errado etc.

Quando ele chorou, pela primeira vez, também chorei de emoção! Quando o trouxeram para perto de mim o amei à primeira vista. Era como se estivesse vendo novamente o Henrique. Super parecidos!! A diferença é que o Joaquim nasceu menor que o Henrique e com mais cabelo.

Joaquim nasceu com 3.570kg e 49 cm. Quando já estava no quarto e o trouxeram para mamar, pela primeira vez, pegou de primeira o meu peito e com uma pega perfeita. Ele é bem mais calminho que o Henrique…a ponto de dormir durante as mamadas.

O Joaquim, para mim, é sinônimo de tranquilidade, equilíbrio, paz, harmonia. É só olhar para ele ou pega-lo no colo para que ele me transmita tudo isso.

No mesmo dia do parto me senti ótima. Tomei o primeiro banho, praticamente sozinha e não senti absolutamente nenhuma dor na região do corte, nem mesmo aquelas fisgadas na hora de levantar ou deitar.

O momento mais esperado para mim era ver o Henrique conhecendo o irmão. Como eu sonhei com este dia…e posso dizer que foi lindo!!  Henrique foi na maternidade, no segundo dia, quando eu já podia levantar etc. Era de cortar o coração vendo ele chegar no quarto, rindo e querendo que eu o pegasse no colo ( sendo que eu não podia, por causa dos pontos da cesárea). Admito que dava vontade de chorar mas, pior que isso…era ver ele indo embora. Meu Deus…que sensação horrorosa, mesmo sabendo que ele estava sendo super bem cuidado na casa dos meus avós e que ele estava se divertindo com isso, achando que a casa dos bisavós é a Disney. Risos

Mas então…quando ele chegou na maternidade a sensação que eu tive era a de que tinham trocado o meu filho. Ele parecia enorme. O meu bebê parecia, de uma hora para outra, ter virado um rapaz ( olha o exagero!!). O fato do Joaquim ser um recém-nascido me fez ver o quanto o Henrique já tinha crescido. Este quando viu o irmão  começou a rir, quis fazer carinho com aquele jeito bruto dele e dar beijo na cabeça dele. Em casa, ele não está demonstrando ter ciúmes mas aparenta estar mais carente de atenção. Está super carinhoso com a gente, quando vai dormir fica agarrado nos nossos braços, como que pedindo para a gente ficar mais um tempinho com ele na cama ( coisa que ele nunca fez); está dando mais beijos e mais abraços na gente etc. Posso afirmar que ele está amando a presença do Joaquim…quando ele acorda vai logo atrás do irmão para vê-lo no carrinho ou então, o procura dentro do berço, quer estar perto quando trocamos a sua fralda, chora quando o irmão chora etc. É lindo de se ver!!!

Voltando à maternidade…no terceiro dia – o dia da alta. Eu relatei para o meu médico que estava com uma dor de cabeça insuportável, que eu já bem sabia o que era – Cefaléia pós raqui ( já escrevi um post sobre isso, aqui no blog). A dor de cabeça só melhorava quando estava deitava, quando tinha que sentar na cama para poder amamentar, a sensação que eu tinha era de que minha cabeça ia explodir. Eu também senti, a mesma coisa, quando tive o Henrique mas, eu senti toda essa dor em casa e lembrei do quanto foi péssimo. Não querendo passar pela mesma situação, falei com o médico e este falou que eu deveria ficar mais um dia na maternidade. Deveria ser hidratada para ver se a anestesia saia do meu organismo logo. Com mais um aperto do coração, porque eu queria ir logo para casa, com os meus dois filhos eu achei melhor ficar lá. Seria bem pior ir para casa sentindo dor. Ia ficar muito irritada, tendo que cuidar de duas crianças sentindo esta dor de cabeça insuportável.

Neste mesmo dia, tomei 7 litros de soro e senti uma melhora absurda. Na quarta fomos para casa!!!! Como é bom chegar na nossa casa, não é mesmo? Nada se compara com a nossa cama….que maravilha!! Diferente do pós parto do Henrique, neste eu quase não tive sangramento. Hoje, Joaquim completa 12 dias de vida e o meu sangramento durou apenas 5 dias. Lembro que no pós parto do Henrique, o sangramento durou um pouco mais de um mês. Em compensação, fiquei um dia tão inchada nas pernas que cheguei a ficar preocupada e a ligar para o meu médico, que me lembrou da quantidade de soro que tinha tomado na maternidade e que era super normal.

Ontem, levamos o Henrique e o Joaquim a uma consulta com o pediatra e está tudo excelente com os dois. Pelo visto, o meu leite está bem vitaminado ( risos) . O Joaquim já recuperou o peso do seu nascimento e ganhou mais um pouco.

Estou produzindo tanto mas tanto leite, que tive que comprar uma bomba elétrica. O Joaquim por mais que mame quase que de hora em hora, não dá conta de esvaziar os meus dois seios. Então acabo sempre com os seios bem inchados e até doloridos. A bomba elétrica foi o melhor investimento feito até agora- risos.

As noites mal dormidas, até que estão sendo prazerosas…dá para acreditar?? Estou me sentindo com uma energia tremenda, em levantar durante a noite inteira para poder amamenta-lo. Esta parte está sendo bem mais fácil, com o segundo filho. O que antes era um martírio agora, está sendo bom demais. Quero curtir cada etapa, o máximo possível.

Meu marido está se saindo melhor do que eu esperava. Ele está por conta do Henrique enquanto fico com os cuidados do Joaquim e claro, que muitas vezes, trocamos para dar uma atenção exclusiva ao irmão mais velho.

Por enquanto estamos dando conta do recado!!  😉

Não devo postar todos os dias mas, vocês me entendem né?? Temos que criar uma nova rotina por aqui para que então, eu possa voltar ao meu blog com muitas novidades para contar.

Obrigada pelo carinho de sempre e pelas mensagens que me enviaram, perguntando do meu sumiço!!

Um grande beijo a cada Mãe de Plantão.

 

Nenê Dent Gel

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nene

Olá mamães,

vocês acreditam que estão nascendo, de uma vez só, todos os dentes molares do Henrique?! Tadinho. Imagino o sofrimento! A coisa estava tão feia, que ele estava rejeitando a comida. Risos

Mas tudo está voltando ao normal. Não me preocupo muito quando ele não quer comer comida “de sal”, porque apesar disso ele não deixa de comer frutas, tomar a mamadeira e comer algum tipo de mingau.

Sempre usei para amenizar as dores e aliviar a coceira, a Camomilina C (já escrevi sobre isso, no blog) mas, desta vez queria algo com efeito mais rápido então comprei o Nenê Dent Gel.

Já lí que o Nenê Dent não é o mais indicado. Dizem que o problema deste remédio é que ele anestesia a gengiva, desta forma, o bebê não sente  a coceira e não morde nada, ou seja,retarda o processo de dentição. O coçar do dente tem uma função que faz ele morder as coisas, o que ajuda o dente a rasgar a gengiva. Sentido faz, mas não sei se realmente isto acontece! Na próxima consulta com o pediatra, vou perguntar.

Outra coisa…algumas mães reclamam que seu bebês engasgaram com a comida, depois que elas passaram o gel na boquinha dos filhos. Mas isso, minha gente, é falta de atenção das mães. O fato de ser um anestésico, com ação anti-inflamatória, faz com que o local fique anestesiado mesmo mas, é só ler a recomendação de uso, na embalagem, para saber que o indicado é fazer duas ou três aplicações ao dia, APÓS AS REFEIÇÕES e antes de dormir.

Eu posso dizer, que estou amando o resultado – que parece ser imediato. Depois que aplico, o Henrique fica super tranquilo e dorme bem. O gel pode ser aplicado com o auxilio de um dos dedos ou de algodão sobre a gengiva.

Livro: Criando filhos em tempos dificeis – Elizabeth Monteiro

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Mais um livro que não encontrei nas livrarias de Vitória. Volto a repetir – Um absurdo!!! Pois bem, tive que pedir para a minha tia comprar no Rio de Janeiro, para mim.

Eu gostei tanto do livro A Culpa é da Mãe, de Elizabeth Monteiro, que fiquei curiosa para ler os outros livros que ela escreveu.

Neste livro, ela aborda os benefícios do brincar e explica as brincadeiras preferidas pelas crianças em cada fase do desenvolvimento. Fala ainda sobre a “criança difícil”– a que não come, a medrosa, a do contra etc. – e dá dicas para lidar com conflitos. Em linguagem simples e fluida, ela nos convida a voltar à infância e a aproveitar melhor o tempo com os pequenos.

Gostei bastante!!! É o tipo de livro que vira um caderno de notas/diário. Impossível ler e não grifar o que interessa. Admito que destaquei váriossss parágrafos.