Arquivo mensal: setembro 2013

Algodão Pima

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Vocês já ouviram falar no algodão pima?! É simplesmente o melhor algodão que existe!!! Minha tia/madrinha e também madrinha do Joaquim, viajou estes tempos para o Peru e trouxe de lá, algumas roupinhas para ele. Me apaixonei!!!

ALGODO~1

O Algodão Pima (nome original Gossypium barbadense) é o melhor tipo e mais apreciado do algodão no mundo. O brilho sedoso é resultado da extrema suavidade das condições ideais de crescimento dos vales da costa norte do Peru, onde é cultivado.

Lá, o solo rico absorve apenas a quantidade certa de humidade a uma temperatura equatorial quase perfeita. A colheita de algodão peruano Pima é feito à mão, outro ponto super importante, pois as cuidadosas colheitas resultam em uma brilhante tonalidade branca que leva muito bem com os corantes.

Devido à sua qualidade de fibra, o algodão Pima é uma das classes mais competitivas para a exportação, no Peru, fornecendo os mais exigentes prestigiadas marcas têxteis a nível mundial. Estas características de finura e suavidade extraordinária, quando em contato com a pele do bebê, produz sensações únicas de conforto e aconchego.

Como já disse, eu realmente me apaixonei. Dá vontade de comprar, apenas, roupinhas de algodão pima porque o toque é uma delicia e não é nada áspero para o bebê.

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Furo na orelha

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orelha

Aqui no Brasil, menina sem orelha furada é raridade, não furar acaba gerando perguntas e muitas vezes até algum constrangimento para os pais.

Pois bem, cada país ou cultura tem um costume diferente, nas Culturas Latinas, como a nossa, acabamos furando a orelha bem mais cedo, o uso de brinco em meninas é um símbolo tradicional de feminilidade, desde os primeiros dias de vida.

A Perfuração da orelha é uma tradição tão arraigada que alguns países como na Espanha e América Latina, é muito comum que a criança seja presenteada ao nascer com brincos de ouro, para que possa usar ao sair do hospital.

A Academia Americana de Pediatria diz que há pouco risco em qualquer idade, se o furo for realizado com cuidado e com todas as medidas adequadas de higiene.

Nos Estados Unidos, não é a prática usual furar um recém-nascido nos primeiros dias de vida.

Aqui no Brasil, as maternidades não permitem que o furo seja realizado antes da alta. Quem costuma furar após a alta é o próprio pediatra ou alguma enfermeira especializada no assunto.

Desta forma não há um melhor momento para furar, cada caso deve ser avaliado individualmente, levando em consideração o peso, prematuridade, icterícia, alguma lesão de pele na orelha, ou alguma doença da bebê.

Alguns pediatras costumam recomendar o furo após as primeiras doses das vacinas de 2 meses, acreditando que o bebê estará mais protegido.

Quanto à dor, algumas pessoas justificam o furo mais tardio acreditando que será menos doloroso para a criança.

A verdade é que dor será sempre a mesma, independente da idade, desta forma, pode-se usar algum anestésico local, na forma de pomada, como a EMLA.

Para evitar complicações após perfuração não retire os brincos por seis semanas.Durante esse tempo, limpe com um pouco de álcool em torno do lóbulo da orelha duas vezes por dia, e vire os brincos pelo menos uma vez por dia. Não pressione a orelha do seu bebê, isso pode ser doloroso.

Após cada banho, seque bem a área ao redor de cada perfuração para que não fique úmida.

FURO-D~1

Mantenha-se atento para qualquer sinal de infecção. Como dor a manipulação, secreção, vermelhidão, sangramento, febre ou inchaço.
Se qualquer um destes sinais aparecer avise o pediatra imediatamente.

Certifique-se sempre que os novos brincos sejam feitos de aço cirúrgico ou de ouro. Brincos feitos de outros materiais, podem desencadear uma reação alérgica. Prefira os brincos de bolinha, para que eles não se prendam na roupa, manta ou toalha de banho.

“Farmácia” do bebê

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É muito comum ficarmos na dúvida do que necessitamos ter em casa para o cuidado do nosso bebê. Seja os cuidados diários de higiene ou remedinhos para um caso de emergência. Resolvi fazer uma lista de tudo que você precisar ter. O ideal é deixar tudo guardado (principalmente remédio) em um lugar separado, seja em uma gaveta ou caixa, para que na hora da emergência, você possa encontrar tudo rápido.

Itens de cuidados do bebê

•Pacotes de algodão em formato bolinha;
•sabonete neutro líquido;
•pomada preventiva contra assaduras;
•pomada tratamento contra assaduras;
•álcool a 70% ou antisséptico para fazer a higiene do coto umbilical;
•lenços umedecidos
•soro fisiológico, usar para limpar o nariz ou olho;
•termômetro para usar no bebê, de preferência de testa ou ouvido, pois é mais fácil de usar;
•caixa de cotonetes;
•tesourinha sem ponta para cortar as unhas;
•escova de cabelo com cerdas macias;
•bolsa de água quente, que pode ser útil se o bebê tiver cólicas;
•colônia;
•creme para fazer massagens, recomendo o uso de cheirinho de lavanda, pois acalma o bebê e ajuda-o a dormir.
•protetor solar infantil (não recomendado para bebês com menos de 6 meses).
•repelentes de Insetos infantil (consultar o pediatra para saber a partir de que idade usar).

Remedinhos para o bebê

•Analgésico/antitérmico líquido ou em gotas, indicado o uso de paracetamol em bebês menores de 6 meses;
•anti gases e cólicas;
•loção ou creme para picadas de inseto ou queimaduras de sol, recomendados pelo pediatra para a idade do seu filho. Lembre-se de que crianças de menos de 2 anos não podem usar produtos que contenham cânfora, ingrediente comum nesse tipo de loção ou pomada.
•líquido bactericida (por exemplo os à base de clorexidina) ou água oxigenada para limpeza de cortes e machucados.
•curativos adesivos para machucados;
•gazes;
•1 rolo de atadura de gaze;
•1 rolo de esparadrapo antialérgico ou fita microporo;
•seringa, conta-gotas, colher ou copinho com medição para administrar remédios para crianças (geralmente vem nos kits para bebês)
•Pomada para os dentes (ajuda a tirar a dor e a coiceira)

Verifique com frequência o prazo de validade. Converse com o seu pediatra para saber qual remédio usar em cada tipo de situação.

Outros medicamentos: pergunte ao pediatra se ele recomenda algum medicamento específico para você ter em casa.

Fofurices do Henrique

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– Henrique já identifica e fala as cores: verde, amarelo e vermelho.

– Chegou da creche, hoje, nos chamando de painho e mainha…

– Fala: luz, água de coco, colo, comer, crescer, pluto, pepeta(chupeta),umbigo, amigo, creche, chama os amigos da creche pelo nome.

– Quando faz algo que sabe que não pode, ele mesmo fala: ”olha” e ”desce”, e quando vê que vou brigar diz: ” Meu Deus do céu”, mas continua fazendo…rsrs

– Quando me chama mil vezes e não consegue minha atenção, me chama pelo nome. Dá para acreditar?

– Vai para o lado de fora da casa e fica gritando o nome, do vizinho, que tem a mesma idade que ele.

– Quando vê que a velhinha da casa, da frente, está tomando sol no banquinho pede para abrir a porta da casa e vai lá sentar do lado dela, dá a mão para a senhora e fica lá.

-Identifica o caminho que chega na casa, dos bisavós. Dentro do carro já diz Dith e vovô.

– Finge que canta todas as músicas,que passam na televisão.

– Adora ver eu e o pai dele abraçados ou beijando, ele dá gargalhadas.

– Chama sempre pelo titio e diz Igo(Igor), que mora em SP.

– Adora um biscoito recheado, mas abre ele ao meio e raspa todo o chocolate e coloca o restante dentro da embalagem.. Quem nunca, né?? risos

Irmãos: amor x rivalidade

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Todos me perguntam, se o Henrique sente ciúmes do irmão. Eu sempre digo que não, porque é nítido o carinho que ele sente pelo Joaquim. O que me deixa com raiva, é a pessoa me fazer esta pergunta, ouvir minha resposta e em seguida, me dizer: “Não acredita nisso não. Ele sente ciúmes sim. Se ele não sente agora, vai demonstrar isso futuramente”. Gente…se a pessoa crê nisso, porque pergunta então? Minha resposta vai mudar o seu jeito de pensar? Pessoas sem noção, desse jeito, perguntam mas não se interessam pela resposta. Só querem mesmo, é deixar sua opinião. ôoo raiva!!

Mas então…eu mesma, desde a gravidez, não tenho a mínima preocupação quanto à isso. Acredito MUITO, no poder da palavra e claro, do pensamento então…nunca alimentei, dentro de mim e nem passo essa preocupação do ciúmes/rivalidade, para o Henrique.

Sei que sentir ciúmes é inerente do ser humano, o estranho seria se o Henrique não sentisse nada, fosse indiferente, à chegada do irmão. Isso sim me preocuparia! O que não acho saudável é transformar a chegada do irmão, em um momento traumático; os pais tratarem isso “cheio de dedos” etc. Acho que o medo maior é dos pais, do que de fato, dos filhos. Medo de não conseguir dar atenção e amor aos dois, por exemplo, com a mesma intensidade etc.( Já escrevi um post sobre isso).

Como mãe, me sinto na obrigação de definir o tom para a forma como os meus filhos se relacionam. Por enquanto e posso dizer, que com pouco esforço estou conseguindo promover um relacionamento amoroso, solidário e cooperativo em vez de competitivo.

Parte do segredo é começar a construir uma relação positiva entre os seus filhos antes de surgirem problemas. Na verdade, você pode até começar a definir o estágio antes de seu segundo filho nascer! Eu, por exemplo, celebro todas as conquistas do meu filho.Todos esses marcos mostram ao seu filho que ele está crescendo. Quando as crianças crescem, é importante mostrar-lhes o quão orgulhoso você é que eles estão crescendo em “big boys”.E pode prepará-los para serem os “irmãos” ou “irmãs mais velhas”, também.

Importante: não queira mudar o seu filho de cama, de escola, fazer o desfralde etc. na mesma época que coincide aproximadamente com a chegada de seu novo bebê, pois o primogênito vai sentir que está sendo substituído.

O que estou fazendo muito é deixar o Henrique ajudar, com os cuidados do irmão. Como você já sabe, os bebês necessitam de muito trabalho e atenção, e há muitas maneiras em que um irmão ou irmã mais velhos podem ajudar. Seu primogênito pode falar ou cantar para o bebê, ajudar com a mamadeira ou quando você troca as fraldas, e assim por diante. Quando você encontrar maneiras de deixar ser ajudada pelo primogênito, você está enviando-lhe várias mensagens importantes: a de que você confia nele, que ele pode ter um papel ativo, que parte de ser um grande irmão está cuidando de um irmão mais novo, etc. (Como um bônus adicional, uma vez que seu primogênito pega o jeito de suas novas responsabilidades, pode tornar sua vida um pouco mais fácil, também.) – Parece que ví minha sogra dizendo isso!! Risos

Uma preocupação comum entre primogênitos é que um novo bebê irá substituí-los em seu coração. De tempos em tempos (antes e depois da chegada do bebê), certifique-se de dizer ao seu primogênito que você sempre vai amá-lo da mesma forma. E não se esqueça também, de ter tempo de diversão e carinho.

Definir o tom para outros adultos: Junto com tranquilizando o seu primogênito, tome cuidado para que outros adultos bem-intencionados não prejudiquem acidentalmente seus esforços. Instrua a parentes e amigos mais próximos a lhe ajudar a falar com o seu filho. É super importante a repetição, pois é assim que as crianças guardam os fatos.

Todas estas dicas podem ser eficazes, mas, obviamente, você conhece seu filho melhor do que ninguém faz. Assim, com algum pensamento (e um pouco de tentativa e erro), você vai encontrar as estratégias que funcionam melhor para sua família.

Independentemente dos métodos que você usa, no entanto, um ponto permanece fiel: Ao colocar um pouco de esforço, agora, você pode colher uma grande recompensa mais tarde … e seus filhos também!

Com o tempo, vou dizendo para vocês se continua dando certo por aqui…

Beijos!!!

Funchicórea

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A Funchicórea –remédio tradicional contra cólicas de bebês usado por mais de sete décadas no Brasil, mas fora do mercado há mais de um ano– está voltando. Recebo muitos e-mails de mães perguntando, se eu sei onde vende etc. Até hoje, nunca usei nos meus meninos até porque, eles nunca tiveram alguma crise de cólica – Graças a Deus, mas já ouvi falar que é um remédio santo. Risos

Mas você sabe o que é a Funchicórea?!

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Fonte: Folha de São Paulo

DIY: Cones de pipocas

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Está aqui uma maneira diferente, prática e fácil para servir petiscos em sua festa!

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Estes cones podem ser feitos com papel colorido e de preferência grosso para deixar o cone firme.

A técnica para fazer é super simples… pegue o papel colorido (frente e verso) tamanho médio de 17×17 cm. Para fixar, use fita dupla-face. Cole um pedaço de fita dupla face em uma das laterais do quadrado, tire a proteção da cola e enrole o papel até formar uma cone. Fixe bem as duas parte na fita dupla face e pronto! Seu cone já pode ser recheado com a delícia que você desejar!

Você ainda pode inventar moda e colocar uma alcinha para parecer uma “cestinha”.

Além das pipocas, podem ser colocadas jujubas, docinhos, salgadinhos, amendoins, enfim, use sua criatividade!

Seguem algumas idéias tiradas da net… inspire-se!

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