Arquivo mensal: dezembro 2012

Repelentes Infantis: use com moderação

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Olá mamães,
Este final de ano,nós vamos passar o natal com a família do meu marido, em um sítio lá em São Paulo. Assim que eu soube que iriamos viajar, fui correndo anotar na listinha do Henrique o tal do repelente.Como ontem meu filho teve consulta com o pediatra, pedi uma orientação de qual era o melhor. Ele optou pelo da Johnson’s pela formulação atóxica, sendo assim, indicado para bebês a partir dos seis meses.O problema, é que meu marido não achou no supermercado e comprou o da Turma da Mônica.

O que devemos ficar atentas na hora de comprar o repelente, é que tipo de substância está sendo aplicada. A mais comum é a D.E.E.T (dietiltoloamida), presente na maioria dos repelentes que estão no mercado. Essa substância é tóxica e, por isso, deve ser usada com cautela. Em crianças, por exemplo, a concentração não deve ultrapassar 10%.

Mas engana-se quem pensa que a solução é reaplicar o produto toda hora. Ao contrário: o ideal é limitar em até três vezes por dia. E só utilizar sob orientação médica.

0 a 6 meses
Não deve ser usado repelente. Isole a pele com óleo infantil, que ajuda a evitar que o mosquito identifique o cheiro do suor do bebê. O ideal é deixar a pele oleosa. Use telas de proteção na janela e mantenha ambientes fechados.

6 meses a 2 anos
O ideal é continuar evitando o repelente. Se houver necessidade, prefira usar o produto na roupa da criança antes de vestí-la. Nesse caso, opte por repelentes à base de Termetrina, menos tóxico do que o D.E.E.T.

2 a 7 anos
Use repelentes com moderação. A concentração deve ser menor do que 10% e o produto só deve ser utilizado em áreas expostas do corpo. O ideal é usar ao entardecer, quando há maior circulação de mosquitos. Aconselha-se no máximo duas vezes por dia.

7 a 12 anos
Ainda deve ser usado o tipo infantil, mas o uso já é mais liberado. Use até três vezes por dia somente nas áreas expostas do corpo.

A partir dos 12 anos
Pode ser usado o repelente comum, para adultos. O uso também deve ser de três vezes ao dia no máximo.

Outras dicas
Não passe repelente na palma da mão da criança, que pode levar o produto à boca. Não use por baixo da roupa. Uso em excesso pode causar alergia, vômito, tontura e dor de cabeça. Concentração de 10%: efeito dura até duas horas; 20%, quatro horas.

E ainda, uma tabelinha bem interessante mostra prós e contras de cada tipo de repelente ou inseticida:

repelentes_babycenter

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Cuidados com as crianças no Verão

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Essa semana quero falar de vários assuntos relacionados ao Verão, que começa oficialmente dia 21 de dezembro.

Junto com ele chegam as férias escolares, as altas temperaturas, muito sol, praia, piscina, viagens, passeios e brincadeiras ao ar livre. Mas, para que tudo seja só alegria, os cuidados com os pequenos devem ser redobrados.

1. Rotina

Mesmo estando de férias a criança precisa de uma certa rotina para acordar, se alimentar, brincar e dormir. Se ela já frequenta a escola, tente não sair totalmente dos horários aos quais ela já está habituada, especialmente o horário das refeições.

2. Alimentação

Fracione as refeições entre café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar e dê preferência aos alimentos leves, como verduras, legumes, grelhados, assados, refogados e evite frituras. É difícil escapar totalmente das “besteiras” como doces, balas e salgadinhos durante as viagens, mas tente restringir ao máximo.

Você também pode aumentar a ingestão de alimentos com ação fotoprotetora.

Na praia, por exemplo, fique atento à procedência dos alimentos e procure por estabelecimentos confiáveis, especialmente para peixes e frutos do mar. O mesmo vale para sorvetes, milho verde e outros alimentos que geralmente encontramos na praia. Tudo deve estar devidamente refrigerado, protegido do sol e seguindo as normas básicas de higiene no manuseio dos alimentos.

3. Hidratação

Nesses dias mais quentes, é muito importante aumentar a ingestão de água, sucos de frutas naturais, chá gelado, vitaminas e água de coco. Como as crianças às vezes não querem parar de brincar para comer ou tomar algo, ofereça sempre. Esse é um dos pontos essenciais para se manter saudável no verão.

Alguns sintomas de desidratação são boca seca, sede, diminuição da elasticidade da pele e do volume de urina. Caso a criança apresente esses sintomas, prepare o soro caseiro (1 copo de água para 1 colher (sopa) de açúcar e 1 colher (sobremesa) de sal) e dê à ela uma colher de sopa (15 ml) a cada 15 minutos ou após a evacuação.

4. Cuidados com a Pele

A pele das crianças é bem mais fina e sensível que a dos adultos e consequentemente muito menos resistente aos raios ultravioleta. No primeiro ano de vida, a produção de melanina, que é a substância que absorve a luz e protege a pele da radiação, não está funcionando plenamente, deixando-os mais expostos à queimaduras e brotoejas. Por isso o uso do filtro solar se torna tão importante. E isso não somente em dias ensolarados, já que as nuvens não são capazes de filtrar nem 10% da radiação. Filtro solar deve ser usado na praia, no campo, na cidade, em qualquer lugar. Especialmente nas crianças.

Como sabemos, o uso de filtro solar não é liberado (ou indicado) para bebês com menos de 6 meses. Se for a praia, deixe os pequenos na sombra, embaixo do guarda sol, vestindo roupinhas leves (algodão é uma boa pedida) e um chapéu grande o suficiente para proteger cabeça, nuca e orelhas.

Para bebês acima de 6 meses e crianças, escolha um filtro solar com FPS mínimo de 30 resistente à água e feito especialmente para a pele das crianças. Na hora de espalhar, passe uma camada generosa e espalhe bem, não esquecendo de nenhuma parte do corpo, como orelhas, pés e dobrinhas. Faça isso pelo menos 20 minutos antes de sair de casa e vá reaplicando conforme indicação do produto que você esteja usando, independente se a criança tiver entrado na água ou não.

O horário indicado para se expor ao sol é antes das 10h e depois das 16h.

Cuidados extras

Como as crianças gostam de brincar na beira da praia, tome cuidado com as águas-vivas. Quando em contato com algo elas liberam uma substância que causa queimaduras na pele.

Já a piscina deve receber o tratamento de limpeza adequado para evitar doenças de pele, porém sem excesso de cloro, que também pode ser prejudicial.

Vale lembrar que crianças próximas a piscinas ou ao mar requerem atenção mais do que redobrada e a companhia constante de um adulto.

Lembre-se ainda de proteger seu filho das picadas dos insetos, principalmente a dos pernilongos que são as mais comuns no verão. Para crianças acima de 6 meses um repelente infantil pode ser usado nas áreas mais expostas, mas no máximo duas vezes ao dia. Não é indicado passar no rosto ou nas mãos do bebê, pelo risco de intoxicação. Para dormir, prefira pijaminhas longos, se possível.

5. Vestuário

Quando se trata de roupas e calçados, crianças precisam de conforto acima de qualquer coisa. Ainda mais no calor. Vista os pequenos com roupas mais leves, soltinhas, de cores claras e tecidos mais fresquinhos. Roupas feitas de fibras naturais como o algodão são ótimas porque deixam a pele respirar. Evite os tecidos sintéticos, roupas apertadas e calçados fechados. Bonés e chapéus são imprescindíveis e óculos de sol protegem e de quebra dão aquele charme.

Tomando esses pequenos cuidados dá pra curtir o verão numa boa com os pequenos 🙂

Chocolates, refrigerantes, salgadinhos e doces: por que devemos evitar?

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Aí está um assunto que sempre me chamou a atenção e provavelmente da maioria das mães.

Por que não dar esses alimentos para as crianças? A resposta é sempre a mesma: “porque faz mal”.

Mas… por que faz mal? Por que devemos postergar ao máximo a introdução desses alimentos na dieta das crianças?

Chocolate

O chocolate tem vários benefícios – desde que seja aquele com a porcentagem maior de cacau: possui propriedades antioxidantes, melhora o fluxo arterial, ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim), entre outros.

Porém, os chocolates com baixa porcentagem de cacau (que são os mais comumente encontrados) possuem muito açúcar e gordura, contribuindo assim para que a criança ganhe peso de maneira pouco saudável. Nesse caso é melhor evitá-los.

Açúcar Refinado

Ao passar pelo processo de refinamento o açúcar perde vitaminas e sais mineirais, ficando apenas as “calorias vazias”. Nesta forma, traz prejuízos ao organismo, tornando-o propenso a varias doenças, entre elas o diabetes. Prefira o açúcar mascavo ou o demerara, que não recebem aditivos químicos, por isso conservam as vitaminas e minerais.

Evite as guloseimas como balas, pirulitos e doces em geral que entre muitos outros problemas, podem causar cáries.

Gordura

A gordura tem seu charme: ajuda a manter a temperatura corporal, protege contra impactos e ajuda a metabolizar as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), além de dar sabor aos alimentos. Porém ao esquentar o óleo são liberadas muitas toxinas e o excesso traz prejuízos ao organismo como colesterol alto, obesidade, baixo desempenho físico, etc.

Os salgadinhos de pacote geralmente possuem muitos carboidratos, sódio (principal vilão da hipertensão) e gorduras saturadas. Para não restringir totalmente, procure os que são assados, com menos gorduras.

O mesmo vale para os salgadinhos fritos como coxinha, risólis, bolinha de queijo: prefira sempre os salgados assados.

Refrigerantes

Os refrigerantes não contribuem em nada para a nossa saúde. Prejudicam o organismo deixando o Ph do nosso sangue mais ácido, portanto mais propício a doenças. Vejam a explicação do Ph em relação à água.

“Uma água mineral de boa qualidade deve ter um pH compreendido entre 7,0 e 7,5.

O sangue de um ser humano saudável tem um pH de 7,35 a 7,45 e contém cerca de 90 a 95% de água.

O nosso corpo tenta a todo custo manter o pH sanguíneo dentro destes valores, extraindo minerais do organismo para manter o pH. Quando não consegue equilibrar o pH, o nosso corpo torna-se ácido e propenso à infestação por parasitas e todos os males que eles trazem.

Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver. Assim como o fogo precisa de oxigênio para existir, os vírus e bactérias necessitam de um meio ácido para se manterem vivos. Sendo assim, beber água com um pH neutro ou levemente alcalino contribui, também, para que o nosso corpo mantenha o seu pH nos níveis adequados”.

Isso significa que a água é saudável, já o refrigerante faz muito mal. Para mantermos nossos filhos saudáveis e longe de doenças, o ideal é dar opções de sucos naturais e água, ficando longe dos refrigerantes.

Ao optar por essas restrições na dieta do seu filho, você provavelmente irá ouvir: “coitadinho dele!”

Na verdade, deveríamos “sentir pena” das crianças que desde cedo tomam refrigerante e se alimentam de muitos doces e salgadinhos fritos. Muitas calorias, poucos (ou quase zero) nutrientes.

É importante encontrar um equilíbrio, claro.

Mas lembre-se que ao dizer não, você está zelando pela saúde do seu filho, que é mais importante do que qualquer prazer que um doce ou refrigerante possam proporcionar.

Ajude seu filho a cultivar hábitos saudáveis de alimentação e fuja da influência da mídia, que nos induz a consumir produtos que prejudicam nossa saúde, nos fazendo mais tarde, investir em medicamentos.

10 dicas para lidar com filhos que mordem, chutam ou agridem as outras crianças

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Seu filho costuma morder, chutar, dar tapas ou agredir de outra forma os amiguinhos? Ando ouvindo das minhas amigas muitas queixas com relação a este assunto! Umas ficam nervosas e sem saber o que fazer porque os filhos são os “agressores” e outras ficam arrasadas porque os filhos são os “agredidos”!!

A verdade é que este comportamento agressivo faz parte do desenvolvimento normal dos pequenos (normalmente entre 1 ano e meio a 3 anos de idade). Respostas como chutes, mordidas, pontapés, dentre outros, acabam sendo uma alternativa quando eles ainda não conseguem comunicar-se perfeitamente e possuem pouco controle sobre os impulsos, porém, têm uma vontade enorme de se tornarem independentes. Além disso, nessa fase a criança é egocêntrica e acredita que o mundo funciona e existe em função dela. É um conflito interno para eles!!

Mas nós não podemos ignorar e aceitar essas atitudes em nossos filhos, mesmo sendo normal nessa fase. Temos que mostrar à eles que agredir os outros não é algo admissível e ensiná-los outros jeitos de expressarem a irritação momentânea. Realmente educar não é uma tarefa fácil, mas nós, pais, temos um papel importantíssimo para ajudar os filhotes a superar essa fase!

Para ajudar, vejam algumas dicas para deixar os pequenos menos agressivos:

1) Mantenha a calma

Como já ouvimos muitas vezes, nós somos o exemplo para nossos filhos! Portanto, temos que controlar nossa raiva. Gritar, bater ou dizer ao filho que ele é “feio” não o fará mudar de atitude! Pelo contrário, só o deixará mais irritado.

2) Ajude seu filho a se expressar de outra maneira

Esse item é bastante difícil, é o tipo de coisa que teremos que repetir diversas vezes até entrar na cabeça dele! Quando o pequeno tiver um acesso de raiva e agredir alguém, o ideal é esperar ele se acalmar (não muito tempo, senão ele não saberá o porquê da conversa), sentar e pedir que ele explique o que aconteceu. Diga que é normal sentir-se bravo, mas que não é legal demonstrar isso mordendo ou batendo. Encoraje-o a achar um jeito melhor de reagir, como pedir ajuda à um adulto ou dizendo o que está sentindo para o amiguinho, como por exemplo: “João, você está me deixando bravo!”.

Às vezes, a impulsividade da infância fala mais alto, mas faça seu filho entender que ele precisa pedir desculpas depois de agredir alguém. Ele pode fazer isso sem muita sinceridade no começo, mas a lição vai ficar, e ele acabará criando o hábito de pedir desculpas quando machucar alguém.

3) Use a lógica nas suas atitudes

Se seu filho estiver brincando na piscina de bolinhas e começar a atirar as bolinhas nas outras crianças, tire-o de lá. Sente-se com ele, mostre as outras crianças se divertindo e explique que ele poderá voltar lá quando se sentir pronto para brincar sem machucá-las.

Evite “raciocinar” com seu filho usando perguntas como: “Como você se sentiria se outra criança jogasse uma bola em você?”. Crianças pequenas não conseguem se imaginar no lugar de outra ou mudar de comportamento baseado nesse tipo de conversa. Mas elas entendem direitinho quando uma atitude gera consequências negativas.

4) Imponha limites claros

Não espere seu filho bater no irmãozinho pela terceira vez para só então dizer: “Agora, chega!”. Ele deve saber que fez algo errado já na primeira vez! Tire-o da situação em que está por um ou dois minutos: é o melhor jeito de fazê-lo se acalmar.

Depois de um tempo, ele vai acabar relacionando o mau comportamento com a consequência ruim, e aí, vai entender que se morder ou bater, acaba perdendo a farra e o melhor da festa.

5) Não deixe seu filho ganhar a batalha

Se ele atacou um amiguinho para conquistar um brinquedo, não podemos permitir que ele fique com o objeto obtido na base da agressão. Ao sair ganhando com o que fez, ele tende a repetir o comportamento!

6) Discipline-o o tempo todo, do mesmo jeito

Temos que ser insistentes e, principalmente, coerentes! Temos que nos policiar a aplicar o mesmo tipo de discurso e bronca quando ele repetir o mesmo comportamento errado! Por exemplo, quando ele morder o irmão e essa não tiver sido a primeira vez, o ideal é dizer: “Você mordeu o João de novo! Isso quer dizer que vai ficar de castigo outra vez!”.

Assim, ele vai perceber esse padrão e em algum momento vai compreender que, se tiver um mau comportamento, receberá um castigo ou uma bronca.

7) Não o repreenda em público

Claro que não é fácil nosso pequeno morder o filho de um amigo e não darmos um chilique!! Temos sim que mostrar que o que fez é errado para ele mas, por mais recriminadores que sejam os olhares ao redor, não podemos nos deixar levar pelo impulso de repreender nosso filho só para mostrar que temos pulso firme! Expô-lo a uma bronca pública só vai aumentar o nervosismo dele e talvez provocar uma reação ainda mais violenta! O ideal é fazê-lo pedir desculpas pelo que fez e levá-lo para um canto para dar a bronca e explicar o que fez e o por quê!

8) Elogie o bom comportamento

Os elogios ao bom comportamento ajudam a criança a distinguir o que é aceitável ou não, e a estimula a correr atrás de mais elogios e atenção por esse “bom caminho”.

Em vez de falarmos com nosso filho só quando ele se comporta mal, temos que dar atenção também quando ele agir corretamente. Por exemplo, se ele pedir para o amigo para brincar no balanço ao invés de empurrá-lo, podemos dizer: “Que legal que você pediu!”.

9) Providencie atividades físicas

Eu, particularmente, acho esse um item fundamental para toda criança!! Podemos descobrir que nosso filho vira um terror se não tiver como queimar energia. Não precisa ser nada muito estruturado, o importante é darmos um espaço à ele (de preferência ao ar livre) que certamente ele vai correr!

Com a ajuda de uma bola, então, tudo se resolve. A atividade física deixa as crianças mais calmas, além de proporcionar um sono de melhor qualidade!!

10) Não tenha receio em procurar ajuda

Às vezes a agressividade de uma criança pede mais intervenção do que um pai consegue dar. Se seu filho passa mais tempo sendo agressivo do que calmo, se ele parece assustar ou aborrecer outras crianças ou se você não consegue melhorar o comportamento dele, por mais que faça, converse com o pediatra, que pode recomendar um psicólogo ou especialista. Juntos, vocês podem ajudar a criança!!

Espero ter ajudado!!!


Fonte: Baby Center Brasil

O que comer no dia do parto

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Antes uma prática proibida, a alimentação durante o trabalho de parto agora é não só permitida como aconselhada para as futuras mamães. Anos atrás, acreditava-se que o jejum era necessário para o parto normal em função de possíveis complicações com a anestesia geral.

Isso porque, caso a anestesia precisasse ser aplicada, o estômago cheio poderia trazer complicações. Mas, como esse fator deixou de ser uma ameaça, hoje os médicos liberam alimentos sólidos e líquidos durante o procedimento.

A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica como inadequada a conduta de restrição hídrica e alimentar à mulher durante o trabalho do parto normal. Já para os casos de cesariana, a exigência do jejum permanece, com recomendação de pelo menos oito horas até a operação.

Contrações

Segundo o médico ginecologista e obstetra Paulo Batistuta, a gestante pode se alimentar normalmente a partir das primeiras contrações, até porque o procedimento pode prolongar-se por horas.

Em geral, o tempo que leva desde as primeiras contrações até a saída do bebê varia entre 10 e 12 horas. “A própria mulher prefere fazer refeições mais leves. Nos momentos finais, é natural que ela queira líquidos”, explica.

Energia

Batistuta lembra também que há possibilidade de a gestante não querer comer nada. E que, nesses casos, ela deve lembrar que vai precisar de muita energia. “O melhor é evitar o desgaste físico nos momentos iniciais. A gestante pode fazer tudo, mas com precaução, porque vai enfrentar uma maratona à espera do bebê”, diz.

A ginecologista Maria Angélica Belônia orienta a grávida a se alimentar com bastante líquido e comidas leves, como saladas e frutas. “O alimento deve ter rápida digestão e fornecer energia, pois, como o nome já diz, ela estará em ‘trabalho’ de parto, uma atividade desgastante.”

Maria Angélica destaca que a gestante deve evitar opções pesadas e indigestas. “O leite deve ser evitado e, por incrível que pareça, o chocolate é permitido para as mães não diabéticas.”

Fonte: A Gazeta

Shower Oil de Amêndoas (L’Occitane)

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Minha tia me presenteou com este produto, que a vendedora falou que é indicado para grávidas e eu amei! Amooo os produtos da L’Occitane. A embalagem lembra muito o óleo de amêndoas mesmo mas,ele tem uma textura bem diferente de um óleo. O óleo é bem mais líquido, o shower gel é semelhante a um sabonete líquido. Ao entrar em contato com a água e esfregar pelo corpo, ele forma uma leve espuma muito cheirosa e macia.A sensação que tive, na primeira vez que eu usei é que estava passando no corpo um mel.

O Shower Oil contém sabão. Ele limpa a pele e ao mesmo tempo deixa muito macia e cheirosa.

Aqui no Brasil não é um produto baratinho (novidade), então dá até pena de usar (rs). Eu gostei do produto,porque deixou minha pele macia e cheirosa por muito tempo.

Pesquisando, fiquei sabendo que a marca tem este mesmo produto, mas na linha Uva, que também deve ser super cheiroso e super indicado.

A embalagem como sempre, é super lindinha.

Definitivamente…recomendo demais!

O medo do escuro está com os dias contados!

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Seu filho tem medo do escuro? O meu baby, por enquanto, adora dormir no escurinho.Mas, se o seu tiver medo pode ficar tranquila.Tenho certeza que com essa luminária incrível ele não terá mais!!!!! Zapeando pela internet descobri a Glo Nightlight da marca Boon, famosa por seus produtos inovadores!!!

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Além de ter um design maravilhoso, a Glo Nightlight possui uma base que se ramifica em três hastes encabeçadas por bolas brilhantes que podem ir mudando de cor aleatoriamente ou você pode escolher a sua cor preferida! Também é possível remover as bolinhas e colocá-las no local que quiser, como por exemplo: na cama junto de seu filho, debaixo do armário e onde mais ele preferir… Afinal, a luz afasta qualquer tipo de “monstro”, certo? Ahahaha!

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Nessas bolas não existe nenhum componente eletrônico, portanto, elas não esquentam, não quebram e brilham por até 30 minutos, o suficiente para acalmar os pequenos! Não é demais??

Fora que o produto cumpre toda cartilha “kid friendly”: é BPA Free, PVC Free, Phthalate Free e consome pouca energia, pois é feito de LED!

Infelizmente essa maravilha ainda não tem para vender no Brasil, mas vi que tem na Amazon!!

Espero que tenham gostado!!!

Beijos