Receitas de papinhas doces

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Com a introdução sólida dos alimentos sólidos na vida do bebê, chega um momento em que não sabemos mais o que oferecer para eles, não é verdade?

Trouxe algumas receitinhas de papinhas doces que fizeram muito sucesso por aqui:

Purê de banana com abacate

Ingredientes:

1/2 banana bem madura

1/2 avocado (ou 1 colher de sopa de abacate)

Amasse com o garfo em separado e depois misture.

Faz diferença amassar separado e depois misturar.

Papinha de pêssego com banana

Ingredientes:

1 pêssego pequeno maduro

2 colheres (sopa) de banana madura amassada

1 colher (sopa) de leite materno ou infantil

Cozinhe o pêssego em água fervente até ele ficar bem molinho. Depois espere esfriar o suficiente para conseguir manusear, após retire a pele. Bata o pêssego e a banana no liqüidificador. Remova e incorpore o leite escolhido batendo com um garfo.

Papinha de maçã

Ingredientes:

1 maçã madura doce

60 a 80 ml de água

Lave, descasque e tire o miolo da maçã, cortando em pequenos pedaços. Ferva a água em uma panela pequena. Adicione os pedaços da maçã à água fervente, tampe e cozinhe em fogo baixo por 10 minutos ou até a maçã ficar macia. Olhe de vez em quando para saber se há necessidade de acrescentar água. Deixe esfriar e bata a maçã e a água no liqüidificador (ou processador – eu prefiro!) até a maçã ficar com uma consistência de purê.

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Impondo limites aos filhos

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Olá Mamães de Plantão,

Conforme os filhos vão crescendo nosso desafio de educa-los vai aumentando, vocês não acham? As vezes fico com medo de estar sendo “mole” demais e não sei se minhas atitudes são corretas. Encontrei uma matéria muito interessante sobre como dar limites aos filhos que me fez pensar se realmente estou agindo da melhor forma para que eles sejam adultos seguros e felizes.

A matéria é uma entrevista com uma psicóloga neozelandesa chamada Diane Levy, autora do livro “É Claro que Eu Amo Você… Agora Vá para o Seu Quarto!” (Editora Fundamento).

Vejam algumas das dicas que a Diane define para dar limite aos filhos e melhor educá-los.

1. Não se explique demais

“Quando pedimos para uma criança fazer algo ou para parar de fazê-lo, nosso hábito é de seguir com uma grande explicação de porquê tal ação é necessária. Se nossos filhos não respondem à primeira explicação, pensamos que ela não teve apelo para eles (ou que eles apenas não a entenderam) e, então, gastamos tempo e energia em tentar convencê-los novamente”, explica Diane.

Se a criança não entendeu porque está sendo solicitada a fazer ou deixar de fazer algo, dificilmente ela será convencida por mais e mais explicações. O que ela precisa entender é que tudo o que você pede é para o bem dela – e assim será até ela crescer.

2. Não dê mais de um aviso

“Ao dar várias chances e avisos, nós mostramos às crianças que não acreditamos naquilo que dizemos e que não esperamos uma ação efetiva até darmos muitos e muitos avisos”, diz Diane. “A maioria das crianças entende que enquanto os pais estão nesse ‘modo de aviso’, nada irá acontecer com elas”. Portanto, seja firme.

3. Não adule

Você se pega usando frases como “se você arrumar seu quarto, ganha um chocolate” ou “faça toda a lição e te dou um brinquedo” com frequência? Pense melhor. “Quando os adultos se esforçam adulando e coagindo as crianças para que elas façam o que devem, isso significa que só os pais estão fazendo o trabalho duro, enquanto os filhos esperam uma recompensa convincente o bastante para encorajá-los a começar uma tarefa que não é mais que obrigação deles”.

4. Não suborne

As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. “Se o único jeito de conseguirmos fazer com que as crianças façam o que mandamos é oferecendo algo, nos deixamos vulneráveis a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Além disso, essa ação dá às nossas crianças a permissão de perguntar ‘o que você me dará se eu fizer isso?’ – e esse não é um bom hábito para se encorajar”, resume Diane.

5. Não ameace

Ameaças funcionam com “se você não fizer isso.. então eu irei…”. Diane explica que, assim, você abre um contrato e isso dá margem para a criança negar a oferta. “Aprendi essa lição muito cedo com o meu primeiro filho. Quando dizia ‘Robert, se você não guardar seus brinquedos agora, não iremos ao parque essa tarde’, ele apenas respondia ‘tudo bem’. E eu ficava sem saber para onde ir”, relembra.

“Outro problema em ameaçar é que, se você fala que irá fazer algo, é obrigado a cumprir isso. A maioria das ameaças que tem como objetivo persuadir a criança a fazer o que foi pedido nos pune mais do que a elas”, explica Diane. E exemplifica: “Os pais ameaçam: ‘Se você não fizer isso imediatamente, não verá mais TV pelos próximos três dias’. É mais provável que a vida de quem fique mais difícil com essa ameaça?”.

6. Não puna

Segundo Diane, algumas crianças aprendem através das punições, mas muitas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. “Também, se usarmos a punição, nossos filhos podem simplesmente aprender como aguentá-las – e voltarem a fazer aquilo que tentamos evitar”, afirma.

Mas se os pais deixarem de explicar, avisar, adular, subornar, ameaçar e punir, o que eles podem fazer? Diane sugere uma estratégia simples, com três passos: peça, diga e aja.

7. Peça uma vez só

Diane recomenda que os pais simplesmente peçam o que deve ser feito e observem a resposta do filho. Isso dará a eles uma informação importante. “Quando as crianças se negam a fazer o que foi pedido, eles usualmente expressam uma das três formas a seguir: tristeza, irritação ou distanciamento”, ensina ela.

A tristeza é simbolizada por chateação. “Eles parecem ofendidos e dizem ‘por que eu?’”, descreve. A irritação se manifesta em confronto: “eles discutem e acusam você de ser injusto com eles”. O distanciamento é caracterizado por indiferença. “Eles ignoravam você, olham para outro lado e continuam o que estão fazendo”, completa Diane. “Tudo isso significa que a criança não fará aquilo que pediu”. Mas como reagir?

8. Diga de maneira enérgica

Vá até o seu filho – isso pode ser um pouco difícil para os pais, pois significa que eles terão que parar aquilo que estavam fazendo, levantar e ficar do lado da criança”, orienta Diane. Segundo ela, a presença próxima vale a pena. “Uma vez que aparecemos perto da criança, ela sabe que isso significa que ela terá que fazer o que foi pedido”.

A autora recomenda que os pais falem baixo – isso mostra que eles estão no controle tanto da própria voz quanto da criança – e que olhem seu filho nos olhos.

9. Aja

Se seu filho não respondeu a nenhuma das ações anteriores, você precisa fazer algo. “A coisa mais efetiva que você pode fazer é usar a ‘distância emocional’ até que ele esteja pronto para fazer o que foi pedido”, aconselha Diane. “Pegue-o no colo ou pela mão e o leve para o quarto. Diga firmemente ‘você é bem-vindo para se juntar à família assim que estiver pronto para fazer o que pedi’, e deixe-o sozinho”, completa. Lembre-se: o seu filho tem o poder de se reunir à família ao fazer o que lhe foi pedido.

Quando as crianças são maiores – e tirá-las do lugar é mais difícil – Diane recomenda que os pais apenas determinem consigo mesmos: “eu não farei nada até que ele esteja pronto para fazer aquilo que eu pedi”. E continuem com o que estiverem fazendo, normalmente. “Quando a criança aparecer com um pedido, você pode calmamente lembrá-la de que ficaria feliz em atendê-la, assim que ela fizer aquilo que foi estabelecido (e ignorado) anteriormente”, diz a autora. “Ele pode fazer duas ou três tentativas para chamar sua atenção, mas vai acabar entendendo que precisa fazer o que foi solicitado pelos pais”, finaliza.

Fonte: Delas.ig

Quarto azul e vermelho para meninos

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No post de hoje vou mostrar referências de decoração de quartos para meninos nos tons vermelho e azul! Ficam superchiques e cheios de estilo!Essas duas cores são um clássico para quartos de pequenos e com certeza nunca sairão de moda!

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Sono : Intolerância à lactose x 1º dente

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Não sei se já contei para vocês, mas o Joaquim começou a dormir bem esta semana, quando completou 9 meses. Desde que ele nasceu, ele passou a dormir na minha cama e com isso mexia a noite inteira.Diferente do Henrique, que dormiu no berço desde o dia que saiu da maternidade e foi para casa, o Joaquim acorda, várias vezes, de madrugada para mamar. Quando tentamos o colocar no berço ele acordava e ficava engatinhando, batia a cabeça nas laterais do berço e chorava várias vezes. Eu que já não dormia muito por conta das mamadas noturnas, passei a não dormir absolutamente nada porque tinha que levantar várias vezes, para fazer ele dormir novamente. Além disso, ele apresenta sinais de intolerância à lactose e um dos sintomas é não dormir bem de noite por conta das dores de barriga, inchaço e o excesso de gases de meia hora a duas horas depois de tomar leite.

Para conseguir descansar oprtei, por comodidade mesmo, o colocar em nossa cama e verdade seja dita também, eu quis curtir um pouco mais ele juntinho de mim. Já que essa fase passa tão rápido.
Com o Henrique eu segui a risca tudo que lí em livros e tudo que os pediatras me aconselhavam. Com o Joaquim larguei isso, um pouco de mão.Optei pela cama compartilhada. Não sei se fiz a melhor escolha, porque todas as manhãs eu e meu maridos acordávamos exaustos. Por causa dessa possível intolerância, trocamos o leite Nan confort para o aptamil soy, os gases diminuiram quase por completo mas outro problema surgiu: ele não evacuava, chegou a ter uma fissura anal. Tive que usar nele supositórios de glicerina e depois uma gastro, me indicou o remédio Lactulona- que é um regulador intestinal, que foi muito bom para ele.

Na última consulta ao seu pediatra, relatei o problema de não evacuar por dias e ele me pediu para voltar a dar para ele o Nan Confort. Nos primeiros dias, tudo ok. Mas no final da semana retrasada,o corpo do Joaquim ficou cheio de bolinhas vermelhas.Eu não me desesperei tanto porque ele não teve febre, em momento algum. Fomos até o CIAS- Unimed, porque era final de semana, e para minha surpresa não conseguimos ser atendidos pela quantidade de crianças que estavam esperando serem consultadas.

Muitas apresentando o mesmo sintoma: a pele cheia de manchas vermelhas. Fiquei com medo de ficar com ele lá, porque uma mãe saiu do consultório dizendo que seu filho estava com sarampo mas que o resultado só iria sair depois de três horas de espera. Nisso, ela iria esperar com a criança, na sala de espera, o resultado sair. O fato, é que se fosse mesmo sarampo poderia passar para as outras crianças que estavam lá. Voltamos para casa! As manchas sumiram, Joaquim passou a dormir melhor e com isso, conseguimos tira-lo da nossa cama. Outro probema surgiu: passou a vomitar o leite depois de algumas horas. Tem dias que tomava e nada acontecia, outros dias tomava o leite e passava mal. Podia ser coincidência mas ele vomitava, nos dias que dava alguma coisa para ele comer, principalmente banana. ( O Joaquim não come absolutamente nada de sal e não come quase nenhuma fruta). A única coisa que ele aceita bem é: iogurte, água de coco e sucos. Já fiquei bem preocupada quanto a isso, mas o pediatra falou para eu não me preocupar. Cada criança aceita o alimento de uma forma, e me falou para não ficar insistindo. Segundo ele, uma hora ele irá aceitar.

Bom…Joaquim depois disso tudo, começou a evacuar todos os dias, para nossa alegria. No começo que nem uma pasta e depois em forma de diarréia amarelada e em algumas vezes até meio esbranquiçada. Hoje, foi em forma de jatos. O que me preocupou porque ontem, ele vomitou duas vezes de noite e uma vez, hoje de manhã..só tomando leite.Liguei para o médico e ele me pediu para suspender o Nan Confort e voltar para o Soy. Comprei uma lata do Nan Soy para testar e ver se ele resseca menos que o Aptamil. Até agora não vomitou e não apresentou mais diarréia.

Para não ter fim…ainda me pergunto se realmente pode ser intolerância ou alguma virose. Porque o Henrique pegou uma virose semana passada e também teve diarréia.Mas nada de vômito e manchas na pele.
Confesso, que tenho uma certa raiva desses pediatras que nos atendem por telefone. Poxa vida, ainda perguntei se não era melhor eu leva-lo no seu consultório para ele dar uma olhada no Joaquim pessoalmente, mas ele me falou que não era necessário. Era só trocar o leite.

Para finalizar…Nasceu o primeiro dentinho no Joaquim, então dá para imaginar a dor que ele está sentindo né? super incomodado, porque além de ter rompido o primeiro dente, o do lado também está nascendo. Comprei o Camomilina C, que eu até já falei sobre ele aqui no blog e super indico. Usei nesta mesma fase, no Henrique e foi ótimo. Além disso comprei o floral da linha Bio Florais (Linha Baby) – Hora do sono, em uma farmácia de manipulação. São 4 gotas, 3x ao dia e já estou vendo um ótimo resultado.

A linha BABY é direcionada às crianças de 0 a 2 anos, e pode ser ser administrada desde o nascimento e visa ajudar na daptação do bebê ao seu cotidiano, promovendo o bem estar e conforto em cada situação, sublimando as sensações perniciosas.

Gravidez conturbada;
Fala Neném!;
Mamãe volta ao trabalho;
Tirando a chupeta;
Sociabilidade;
Resgate – Rescue baby;
Bebê nervoso;
Choro excessivo;
Sono;
Pós – vacina.

Como limpar chupetas e mamadeiras?

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Não é apenas com água e sabão que conseguimos limpar totalmente as mamadeiras e chupetas, não é mesmo? Esterilizar é fundamental para destruir todo tipo de bactérias que podem ficar no local e isso é importantíssimo para a saúde dos bebês, já que eles ainda não têm imunidade suficiente para combater esses “bichinhos”.Neste post, vou ajudar a esclarecer as formas de esterilização e dar algumas dicas com relação à limpeza desses objetos.
E vocês: o que usam para limpar e por quanto tempo esterilizaram as mamadeiras e chupetas dos filhotes?
Espero que gostem das dicas!

Tipos de esterilização:

Esterilizador a vapor para microondas:

A pergunta que sempre me faço, é a seguinte: porque não comprei quando tive o Henrique? Gente… é superprático e simples de usar! Basta colocar água até a marca indicada, inserir os objetos já limpos e desmontados e colocar por 2 minutos no microondas! ( o tempo vai variar de acordo com a potência do microondas) Se o esterilizador for mantido fechado, o conteúdo fica esterilizado por 24 horas!

Quando o Joaquim nasceu, eu resolvi comprar e escolhi o da marca AVENT e não me arrependo! De acordo com o pediatra dos meus filhos, é indicado esterelizar os objetos até os 9 meses da criança.
É importante lembrar de checar o tamanho do seu microondas e do esterilizador antes de comprá-lo, para não ter a ingrata surpresa dele não caber!

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Esterilizador a vapor de tomada:

Outro produto que já ouvi falar muito bem, e que também é da marca AVENT é o esterilizador a vapor.Dizem que é um produto excelente para se ter em casa! A minha amiga, por exemplo, deixava o aparelho junto com um detergente e esponja, na pia do banheiro da filha dela. Assim, quando a baby mamava, ela não precisava descer até a cozinha para esterilizar! Facilitou bastante a vida dela.
Os objetos também ficam esterilizados por até 24h, mas segundo minha amiga o único porém sobre o aparelho é que ela acha ele um pouco “trambolho” e pouco prático para transportá-lo de um lugar para outro!

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Esterilização a vapor na panela:

Para quem não quer comprar algum dos esterilizadores citados acima, ou está em algum lugar que não tem, pode optar por uma esterilização manual! Basta ter uma panela e água! EXCELENTE e não falha nunca. Risos

1) Lave os objetos separadamente (como faria se fosse colocar nos esterilizadores).

2) Encha uma panela com água e ferva por aproximadamente 5 minutos.

3) Em seguida, mergulhe os utensílios na água fervente e deixe aquecendo por mais 10 a 15 minutos.

4) Retire os objetos ainda quentes com uma pinça apropriada e deixe-os secar naturalmente.

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Esterilizador portátil de saquinho:

Gente, esses “mini esterilizadores” são o máximo! São saquinhos no qual você coloca os objetos dentro e leva ao microondas! Incríveis para viagens, para não precisar levar um volume grande! No pack vem vários saquinhos e cada um pode ser reutilizado até 20 vezes! A que eu conheço é da marca Dr. Brown’s.
Vale a pena ter em casa e na bolsa de passeio do bebê!

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Pacifier wipes:

Não experimentei ainda, mas não vejo a hora de comprar. Esses lencinhos umedecidos foram feitos para limpar a chupeta.Superprático e tem de diversas marcas! Eu já ouvi falar muito bem dos da Munchkin!

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Breast Milk Removal Soap da Medela:

Sabe quando as mamadeiras ficam com um cheiro ruim que não sai?Sempre lembro de quando viajei para a Europa com o Henrique ainda novinho. Meu Deus…mesmo lavando etc. ficou um cheiro horrível na mamadeira dele. Resultado: joguei no lixo e comprei outra. Quem dera se eu tivesse ouvido falar desse spray da Medela, naquela época…! Hoje, sou louca para achar quem vende no Brasil. Mas aqui vai uma receitinha caseira, que sempre utilizo aqui em casa, e que dá super certo:

1) Lave bem a mamadeira.

2) Encha a mamadeira com água quente e adicione 1 colher de chá de bicabornato de sódio.

3) Agite bem e deixe de molho até o dia seguinte. É tiro e queda!

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Receita: Picolé de frutas

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Para refrescar as crianças em dias calorentos, um picolé de frutas caseiro e saudável é uma dica imperdível!

Dá para fazer com água ou o suco da preferência da criança!

Ingredientes:

– 1 pêssego cortado ao meio;
– 2 kiwis descascados e cortados em fatias
– 1/2 xícara de bueberries;
– 3/4 de xícara de morangos;
– 1 1/2 ou 2 xícaras de suco de uva concentrado ou outro da fruta preferida da criança.

Modo de preparo:

Arrume as frutas em uma forma específica para picolé. É preciso encaixar direitinho os pedaços para ficar com uma aparência bacana. Coloque o suco na forma de maneira que cubra totalmente a camada de frutas; e coloque os palitinhos de picolé e leve ao congelador por mais ou menos seis horas.