2 meses de vida do Joaquim

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Eu sei mamães e papais… eu estou sumida do blog, admito. Mas é tanta coisa acontecendo por aqui, que fica difícil. Mas vamos lá…nosso caçula completou 2 meses, no dia 16 e, para não perder o hábito, quero deixar por aqui tudo registrado.

Na última consulta com o pediatra ele estava pesando 5.550 kg e medindo 57,5 cm.

Pegou sapinho, nada me tira da cabeça que a “culpa” é do Henrique. Que aproveita nossa desatenção para chupar a chupeta do irmão. Esterilizo o quanto posso, mas muito vezes é inevitável. Muitas vezes quando estamos dentro do carro: eu dirigindo e eles no banco de trás e Joaquim chora, Henrique tira a chupeta da sua boca e enfia na do irmão na tentativa de calá-lo. Um ato de solidariedade e carinho que acho lindo de morrer, mas um ato também cheio de bactérias para um ser tão pequeno e com ainda, baixa imunidade. Risos
Ele estava usando Nistatina mas não achei tão eficiente pois as marcas brancas continuaram em sua boca. O pediatra então, recomendou a pomada Daktarin gel oral, por 8 dias. Nossa…perfeita!! em três dias sumiu tudo. Mas lembre-se se seu bebê estiver com sapinho também, é importante que o mesmo remédio que você passe nele, você também passe no bico do seu seio, caso o amamente. Caso contrário será um circulo vicioso. Ele ficará curado, mas o seu seio continuará com o fungo, que passará para ele na amamentação. Além disso lembre-se de esterilizar tudo que vá na boca dele: chupeta e/ou mamadeira etc.

Nosso Joaquim já olha fixamente para as coisas: apesar de eu saber que ele não enxerga a longas distâncias, tudo que está mais próximo é objeto de sua atenção.

Antes ficava mais com a mão na boca, do que agora. Achei que ele fosse chupar dedo, mas pelo visto não vai. Poxaa!! acho tão fofo. Apesar de saber que é mais fácil tirar o hábito do filho chupar chupeta do que parar de chupar dedo. Mas que eu acho fofo, eu acho!

Ele sorri muito pra gente.De manhã é o horário predileto dele soltar deliciosas risadas, o que é impossível a gente não sorrir junto de tão gostoso que é.

Olha longa e fixamente para o irmão, que não o cansa de o chamar de neném, dar beijo e fazer carinho em sua cabeça.

Ainda não está dormindo no seu berço, por culpa nossa que até agora não o colocamos lá para dormir a noite toda. Estamos curtindo a cama compartilhada.

Já balbucia seus próprios barulhinhos.

Finalmente aceita ficar peladinho sem reclamar e tremer todo (também porque o tempo esquentou por aqui). ou seja, os banhos estão ficando mais longos.

Ama receber a massagem Shantala.

Teve sua primeira febrinha, depois de tomar a sequência de vacinas pentavalente-hepatiteb-rotavírus.

Dorme cada dia melhor. Acorda apenas uma vez, durante a madrugada, para mamar. Isso quando acorda.

Não é de ficar pendurado no peito. não tem como não comparar: Henrique ficava uns quarenta minutos mamando. Joaquim é mais econômica, mama o que tem que mamar e depois larga o peito sem a menor cerimônia. Se eu tentar forçar a barra e fazê-lo mamar mais um pouco, ele fica bravo.

É mais de resmungar, do que chorar.

Até hoje não teve uma crise de cólica.

Se deixado de bruços, ele consegue levantar a cabeça.

Já começou a perder muita roupa.

Bom…acho que é isso.

Um beijo

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Sobre Mães de Plantão

Sou jornalista de formação, blogueira por paixão, esposa e full time mom de uma belíssima dupla: Henrique e Joaquim; uma mamãe ocupada por opção e de coração! Mães de Plantão é um blog com conteúdo voltado especialmente para mães, gestantes ou ainda, apenas simpatizantes desse grande projeto de vida chamado “ter filhos”. Logo que me tornei mãe, surgiu a vontade de compartilhar dicas e informações que fossem úteis para outras mães, com opiniões colocadas de uma forma bem direta, leve, descontraída e acima de tudo, honesta. Todo o conteúdo é criado e selecionado com muito carinho antes de ser publicado porque sei o quanto ficamos felizes e aliviadas quando encontramos alguém para dividir os mesmos dilemas deste, imenso,universo infantil.. Este blog serve para ajudar as mães de primeira viagem que assim como eu, sonharam por este momento único em suas vidas e querem dar o melhor de sí para este novo ser, que de alguma forma nos torna uma pessoa melhor a cada dia. Tornam sim, não por mágica. Tornam-nos melhores porque se não queremos que gritem não podemos gritar. Porque se não queremos que mintam não podemos mentir. Porque temos de cumprir o que prometemos se queremos que o façam algum dia. Aprendemos depressa que se queremos que não façam não podemos fazer. Sim, os filhos têm esse dom. O dom de nos obrigarem a pensar no que fazemos.

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