Fofurices do Henrique

Fofurices do Henrique

Olá mamães,
no dia 9 de agosto Henrique completou 1 ano e 7 meses de vida. Está cada dia que passa, mais divertido e falante. (Mãe coruja é assim mesmo!)

– Henrique além de imitar o jeito que o bisavó anda, passou a andar com a barriga estufada que nem ele. É só perguntar como o bisa anda, que ele faz isso. Quem aguenta, com isso??! rsrs

– Henrique além de nos identificar nas fotos e apontar falando papai e/ou mamãe também está reconhecendo o restante dos familiares e dizendo alguns nomes.

– Ele chega perto do carro e fala: “Abre” para a gente abrir a porta do motorista. Feito isso, ele entra e simula dirigir. Até passar marcha, ele faz. Algo que a gente nunca tinha ensinado. Ele que sempre nos observou e um dia fez para a gente ver. Como sou eu que o levo e busco na creche, todos os dias, ele me vê mexendo muito no som do carro e agora, roda o volante, “passa” marcha e mexe no som…kkkkkk Vai fazer algo errado, para ver se eles não imitam também??! Um perigo! risos

– Um dia minha mãe pegou na bolsa dela, um chocolate sem açúcar e deu para ele. Agora…ele pega a bolsa dela, onde quer que esteja, arrasta até onde ela está e pede: “Late”.

– Aprendeu a falar: sapato, mamar, mimir (dormir), cocô, chama o irmão de neném, mais, oi, tchau, achou, dodói, rapidinho, pintão, caiu e o mais fofo de todos: eu chamo o meu marido de amor, agora ele não para de nos chamar assim.

– Identifica partes do corpo: cabeça, olho, nariz, boca, orelha, barriga, mão, pé.

– Eu e minha tia fomos no Convento da Penha e ela comprou umas garrafinhas de água benta. Ele adora pegar as garrafinhas abrir, passar o dedo na água e passar na gente e ainda diz: amém.

– Não pode ver um tomate, que come que nem maça.

– Neste Dia dos Pais comprei duas camisas iguais para o meu marido e para o Henrique (Snif..não tinha para o Joaquim). No domingo, quando Henrique acordou pegou a sua camisa e ficou me mostrando e colocando na minha mão(sinal de que queria que eu vestisse nele), depois de vestido pegou em cima, do sofá do quarto do irmão, a camisa do pai e foi até ele, que ainda estava de pijama e deitado, e deu na mão dele. Não sossegou enquanto o pai não levantou e se vestiu também. Ele não parava de rir e puxar o pai até o espelho para ver os dois vestidos iguais.

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