Amigos imaginários

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Seu filho tem o hábito de falar sozinho? Ele inventa brincadeiras e se diverte com um amigo que só ele é capaz de ver? Fique calma, não existe nada de errado com o pequeno. Ele só tem um amigo imaginário. Algo perfeitamente normal para crianças entre 1 e 3 anos de idade.

Uma pesquisa do Instituto de Educação de Londres apontou que 65% delas têm um amigo imaginário. Nessa situação, especialistas aconselham respeitar o espaço da criança. Nada de fingir que você também vê o amigo porque, por mais surpreendente que possa parecer, a criança tem total consciência de que ele, ou ela, é fruto da sua imaginação.

Aliás, eles têm “prazo de validade”. Costumam desaparecer por volta dos 6 e 7 anos quando a criança passa a ter uma vida social mais intensa. Daí vem a companhia dos amiguinhos da escola, do parquinho etc…

De tão fascinante, o tema virou roteiro de desenhos animados como a “Mansão Foster para amigos imaginários”. E até de filmes como o longa “Day-O, Um Amigo de Infância”.

Por isso, não se preocupe e nem force a barra dizendo que isso é besteira. Pois é mais uma importante fase no processo de crescimento e aprendizado do seu filho.

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Sobre Mães de Plantão

Sou jornalista de formação, blogueira por paixão, esposa e full time mom de uma belíssima dupla: Henrique e Joaquim; uma mamãe ocupada por opção e de coração! Mães de Plantão é um blog com conteúdo voltado especialmente para mães, gestantes ou ainda, apenas simpatizantes desse grande projeto de vida chamado “ter filhos”. Logo que me tornei mãe, surgiu a vontade de compartilhar dicas e informações que fossem úteis para outras mães, com opiniões colocadas de uma forma bem direta, leve, descontraída e acima de tudo, honesta. Todo o conteúdo é criado e selecionado com muito carinho antes de ser publicado porque sei o quanto ficamos felizes e aliviadas quando encontramos alguém para dividir os mesmos dilemas deste, imenso,universo infantil.. Este blog serve para ajudar as mães de primeira viagem que assim como eu, sonharam por este momento único em suas vidas e querem dar o melhor de sí para este novo ser, que de alguma forma nos torna uma pessoa melhor a cada dia. Tornam sim, não por mágica. Tornam-nos melhores porque se não queremos que gritem não podemos gritar. Porque se não queremos que mintam não podemos mentir. Porque temos de cumprir o que prometemos se queremos que o façam algum dia. Aprendemos depressa que se queremos que não façam não podemos fazer. Sim, os filhos têm esse dom. O dom de nos obrigarem a pensar no que fazemos.

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