Itália

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Depois de Portugal. fomos passar uns dias na Itália mais especificamente, em Roma. Quando fomos no supermercado comprar algumas papinhas me surpreendi, com os diversos sabores que lá tem. Papinha de queijo, dá para acreditar? os italianos acrescentam parmigiano reggiano logo no começo. Tirando as de coelho,carneiro etc. Tinha uma que tinha até o desenho de um cavalo, será??? Aí é demais para mim, risos.Tirando isso, as papinhas também são ótimas; tento comprar os sabores que o meu bebê está mais acostumado: banana, maça, pêra etc. Até para evitar alguma possível alergia, durante a viagem. Eu já tinha ouvido falar nas papinhas orgânicas, acho o máximo essa preocupação com o nosso filhote.Lá eu comprei algumas papinhas orgânicas da Earth’s Best. São ótimas!! É mais fácil encontrá-las nos EUA.Por aqui também vende, mas por enquanto só ví as da, marca, Jasmine.Mas já ouvi falar da Empório da Papinha, que é de São Paulo. Eles entregam em casa, são orgãnicas e são congeladas de forma que os nutrientes não são perdidos. Tem também a Boutique da Papinha,empresa especializada em papinhas orgânicas, é de Porto Alegre, ela já apareceu em vários programas de televisão. As embalagens deles não contém besfenol-A e são 100% orgânicas;

Curiosidades: Na Itália a mãe pode gozar da licença maternidade com uma maior elasticidade. Por três meses, recebendo 100% do salário (período obrigatório por lei); mais dois meses com 80% do salário; mais dez meses com 30% do salário; Ou seja, a nova mamãe pode ficar em casa por quase dois anos sem perder o emprego e solicitar, ao seu retorno, um “período de expectativa” não remunerado por até mais dois anos, ou uma redução do horário de trabalho (que a empresa pode aceitar ou não), fazendo meio turno, com a respectiva redução de salário. Isso sem contar com a preciosa ajuda das avós, que costumam participar ativamente da vida dos netos nos primeiros anos de vida. Algumas regiões presenteiam os recém-nascidos com um único cheque que varia de € 500,00 a € 1.000,00. Se for mãe solteira ou tiver mais de quatro filhos, receberá ajuda econômica da prefeitura além de uma série de isenções. Curiosamente, apesar dos médicos defenderem a amamentação no peito por, pelo menos, um ano, enfatizando que o ideal seria amamentar no peito até os três anos, a maioria das mães opta pelas mamadeiras, por pura questão estética. Ou seja, ter filho sim, peito caído, não. As mesmas mães usam o carrinho de bebê até os quatro anos, quando o moleque já sabe até correr. É até engraçado, ver aquelas crianças enormes, dentro do carrinho passeando pelas ruas. Não há uma referência exata para começar a dar a papinha. Vai depender se o bebê é amamentado no peito por um período de pelo menos um ano, e aí inicia-se a papinha uma vez por dia. Nos casos dos bebês de mamadeira, a papinha começa a ser ministrada a partir do sexto mês, mas não chega a ser uma regra. A única regra é começar com a papinha ao meio-dia e, aos poucos, ir substituindo a amamentação da noite com a papinha. A amamentação matinal acabará sendo substituída pelo leite no copo. Sim, tem a merenda da manhã e da tarde, que serão substituídas por frutas raspadas ou chupadas.

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Sobre Mães de Plantão

Sou jornalista de formação, blogueira por paixão, esposa e full time mom de uma belíssima dupla: Henrique e Joaquim; uma mamãe ocupada por opção e de coração! Mães de Plantão é um blog com conteúdo voltado especialmente para mães, gestantes ou ainda, apenas simpatizantes desse grande projeto de vida chamado “ter filhos”. Logo que me tornei mãe, surgiu a vontade de compartilhar dicas e informações que fossem úteis para outras mães, com opiniões colocadas de uma forma bem direta, leve, descontraída e acima de tudo, honesta. Todo o conteúdo é criado e selecionado com muito carinho antes de ser publicado porque sei o quanto ficamos felizes e aliviadas quando encontramos alguém para dividir os mesmos dilemas deste, imenso,universo infantil.. Este blog serve para ajudar as mães de primeira viagem que assim como eu, sonharam por este momento único em suas vidas e querem dar o melhor de sí para este novo ser, que de alguma forma nos torna uma pessoa melhor a cada dia. Tornam sim, não por mágica. Tornam-nos melhores porque se não queremos que gritem não podemos gritar. Porque se não queremos que mintam não podemos mentir. Porque temos de cumprir o que prometemos se queremos que o façam algum dia. Aprendemos depressa que se queremos que não façam não podemos fazer. Sim, os filhos têm esse dom. O dom de nos obrigarem a pensar no que fazemos.

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