Seu filho é “bonzinho” demais?

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O altruísmo, é claro, deve ser valorizado, mas a criança também precisa entender que alguns podem passá-lo para trás por isso. Em primeiro lugar, tente perceber se ela é caridosa ou passiva. A primeira é desapegada de coisas materiais e não se arrepende de ter dado um brinquedo novo a outra criança, por exemplo. Não há problema nisso, desde que ela aprenda que certos objetos são especiais. Ela também tem de entender que não é legal oferecer dinheiro para crianças no semáforo. Como alternativa, que tal deixar alguns brinquedos ou roupas usadas no carro para ela doá-los a quem sentir vontade?

No caso das crianças submissas, a doação acontece não por vontade própria, mas porque ela se sente acuada e não consegue dizer não. Um exemplo clássico é a criança voltar para casa sem canetas no estojo da escola com frequência. Muitas vezes, ela pode até sentir vergonha de contar aos pais o motivo do sumiço de suas coisas. Lembre a ela que, para ser aceito em um grupo, não é preciso ceder a toda hora.

Para as duas situações, o termômetro é o mesmo: se o comportamento prejudicar a criança, é hora de buscar ajuda profissional.

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Sobre Mães de Plantão

Sou jornalista de formação, blogueira por paixão, esposa e full time mom de uma belíssima dupla: Henrique e Joaquim; uma mamãe ocupada por opção e de coração! Mães de Plantão é um blog com conteúdo voltado especialmente para mães, gestantes ou ainda, apenas simpatizantes desse grande projeto de vida chamado “ter filhos”. Logo que me tornei mãe, surgiu a vontade de compartilhar dicas e informações que fossem úteis para outras mães, com opiniões colocadas de uma forma bem direta, leve, descontraída e acima de tudo, honesta. Todo o conteúdo é criado e selecionado com muito carinho antes de ser publicado porque sei o quanto ficamos felizes e aliviadas quando encontramos alguém para dividir os mesmos dilemas deste, imenso,universo infantil.. Este blog serve para ajudar as mães de primeira viagem que assim como eu, sonharam por este momento único em suas vidas e querem dar o melhor de sí para este novo ser, que de alguma forma nos torna uma pessoa melhor a cada dia. Tornam sim, não por mágica. Tornam-nos melhores porque se não queremos que gritem não podemos gritar. Porque se não queremos que mintam não podemos mentir. Porque temos de cumprir o que prometemos se queremos que o façam algum dia. Aprendemos depressa que se queremos que não façam não podemos fazer. Sim, os filhos têm esse dom. O dom de nos obrigarem a pensar no que fazemos.

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