Noruega é o melhor lugar do mundo para ser mãe; Níger é o pior

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O relatório anual da organização não-governamental Save The Children listou os melhores lugares para a mulher ser mãe no mundo: Noruega, Islândia, Suécia, Nova Zelândia e Dinamarca são os primeiros colocados no ranking, enquanto o Níger foi apontado como o pior local, antes ocupado pelo Afeganistão. O Brasil aparece em 12º lugar entre os países menos desenvolvidos.

Saúde materna e infantil, nutrição, educação e situação econômica são algumas das categorias analisadas na pesquisa feita em 165 países. Os Estados Unidos estão em 25º, com uma taxa de mortalidade ligada à gravidez de 1 a cada 2,1 mil nascimentos.

O ‘Melhores e Piores Lugares Para Ser Mãe’ é dividido em três grupos, os desenvolvidos, os menos desenvolvidos e o dos países pobres. A Noruega é apontada como o país onde se oferece uma das políticas mais generosas com a mulher, como o fato de 40% do parlamento ser ocupado por mulheres. No país onde a expectativa de vida da mulher é de 83 anos, uma profissional tem uma média de 18 anos de estudo, enquanto no Níger, o pior colocado, uma mulher passa uma média de 4 anos estudando e a expectativa de vida é de 56 anos. Na América do Sul, a Argentina aparece na frente do Brasil no ranking dos menos desenvolvidos: 12º lugar, assim como Cuba, Uruguai, Chipre e até Barbados, que está em 3º.

O relatório afirma que incentivar a amamentação ajudaria a salvar mais de um milhão de crianças ao ano e afirma que menos de 40% dos lactentes que vivem em países em desenvolvimento se alimental exclusivamente do leite materno.

Entre as surpresas dos países mais desenvolvidos estão a Lituânia – o país é o 23º colocado, à frente dos Estados Unidos, por ter uma taxa de escolarização no ensino médio de 98% -, e o Canadá, que aparece em 19º e oferece 52 semanas de licença-maternidade para as novas mães. Confira abaixo as dez melhores nações para ser mãe:

1º Noruega: É Top 5 entre as nações com melhores políticas de educação e representatividade política para as mulheres
2º Islândia: É apontado como o melhor lugar para uma criança crescer entre os desenvolvidos
3º Suécia: Os cargos do governo são 45% ocupados por mulheres
4º Nova Zelândia: A expectativa de tempo de escolaridade da mulher é de 20 anos
5º Dinamarca: A taxa de morte ligada à gravidez é de 1 em 10.900 nascimentos
6º Finlândia: O percentual de ocupação feminina no governo é de 43%
7º Austrália: Tem melhores políticas para a mãe e a expectativa de escolaridade da mulher é de 20 anos
8º Bélgica: Tem percentual de 39% de ocupação feminina no governo
9º Irlanda: 19 anos é o tempo total de escolaridade esperada entre as mulheres
10º Holanda: As mulheres ocupam 39% dos postos na administração pública

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Sobre Mães de Plantão

Sou jornalista de formação, blogueira por paixão, esposa e full time mom de uma belíssima dupla: Henrique e Joaquim; uma mamãe ocupada por opção e de coração! Mães de Plantão é um blog com conteúdo voltado especialmente para mães, gestantes ou ainda, apenas simpatizantes desse grande projeto de vida chamado “ter filhos”. Logo que me tornei mãe, surgiu a vontade de compartilhar dicas e informações que fossem úteis para outras mães, com opiniões colocadas de uma forma bem direta, leve, descontraída e acima de tudo, honesta. Todo o conteúdo é criado e selecionado com muito carinho antes de ser publicado porque sei o quanto ficamos felizes e aliviadas quando encontramos alguém para dividir os mesmos dilemas deste, imenso,universo infantil.. Este blog serve para ajudar as mães de primeira viagem que assim como eu, sonharam por este momento único em suas vidas e querem dar o melhor de sí para este novo ser, que de alguma forma nos torna uma pessoa melhor a cada dia. Tornam sim, não por mágica. Tornam-nos melhores porque se não queremos que gritem não podemos gritar. Porque se não queremos que mintam não podemos mentir. Porque temos de cumprir o que prometemos se queremos que o façam algum dia. Aprendemos depressa que se queremos que não façam não podemos fazer. Sim, os filhos têm esse dom. O dom de nos obrigarem a pensar no que fazemos.

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