Consulta com o pediatra (3 meses)

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Como já falei no post anterior…hoje o Henrique completou 3 meses de vida. O levamos para tomar a vacina de meningite e depois fomos no pediatra. Segundo o médico ele está super saudável: com 6,280 kg , 64 cm de estatura e 40 cm de perímetro cefálico. A grande novidade é que ele receitou, pela primeira vez, 60 ml de suco de laranja lima entre as mamadas. Adorei!! Estou doida para ver a reação dele, tomando o suco.

O pediatra também falou para eu começar a fazer um certo exercício no pênis, do meu bebê, para evitar a fimose. A dica é a seguinte: Com ele nu, use o dedo indicador e polegar e pegue o pênis forçando delicadamente a pele para trás, como se quisesse tirar a glande para fora, mas não force demais. Faça de 10 a 15 vezes, este movimento, toda vez que der banho na criança.Você irá notar que nada acontecerá no início, mas com o tempo a pele começará cada vez ir mais para trás, acontecendo de um dia a glande sair toda para fora. Lembre-se de não machucar o seu bebê, é tudo devagar e com muito cuidado.Esse exercício irá evitar que seu bebê tenha fimose futuramente, evitando um sofrimento desnecessário- como a cirurgia evasiva. Toda mãe quer o melhor para o seu filho e o melhor é prevenir para não ter que remediar.

Terceiro mês

No terceiro mês surgem as lágrimas; apesar que no Henrique elas já surgiram no segundo mês de vida. O bebê participa sorrindo e olhando as pessoas, balbuciando. Pode parar a sua atividade para espiar a mãe, o pai e outras pessoas. Reconhece a mãe e responde com todo o corpo a alegria de sua presença, balbucia e sorri diferente para ela. Ele a procura no quarto. A expressão do seu rosto pode revelar alegria, prazer, indecisão, ansiedade e dor. Aos três meses os reflexos naturais automáticos começam a desaparecer e surgem os da vontade, da percepção, revelando controle cerebral. Ele já faz muitas coisas: levanta bem a cabeça e mantém para olhar melhor as coisas e as pessoas, segura objetos voluntariamente, sacode chocalhos, observa mãos e pés, se cansa de sons e figuras repetidas, murmura os sons A,E,O, balbucia, chora menos, fica acordado por mais de uma hora, pode brincar por meia hora, não vendo luz, cores e sons, pode se concentrar por alguns minutos, olhando os brinquedos a distância, pára de chupar para ouvir, depois continua fazendo as duas coisas, olha para o brinquedo que faz barulho, pode sorrir para a mãe estando esta a uma certa distância. A voz da mãe é o som favorito,pois ele o associa a calor humano, conforto e comida. O passeio é necessário; quanto mais ele vê, mais ele aprende. Alguns pediatras dizem que as mães estimulam mais os bebês masculinos do que os femininos nos primeiros meses de vida. Possivelmente porque os meninos dormem menos, exigem e gritam mais do que as meninas; em compensação, os pais parecem ser mais carinhosos com as meninas.

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Sobre Mães de Plantão

Sou jornalista de formação, blogueira por paixão, esposa e full time mom de uma belíssima dupla: Henrique e Joaquim; uma mamãe ocupada por opção e de coração! Mães de Plantão é um blog com conteúdo voltado especialmente para mães, gestantes ou ainda, apenas simpatizantes desse grande projeto de vida chamado “ter filhos”. Logo que me tornei mãe, surgiu a vontade de compartilhar dicas e informações que fossem úteis para outras mães, com opiniões colocadas de uma forma bem direta, leve, descontraída e acima de tudo, honesta. Todo o conteúdo é criado e selecionado com muito carinho antes de ser publicado porque sei o quanto ficamos felizes e aliviadas quando encontramos alguém para dividir os mesmos dilemas deste, imenso,universo infantil.. Este blog serve para ajudar as mães de primeira viagem que assim como eu, sonharam por este momento único em suas vidas e querem dar o melhor de sí para este novo ser, que de alguma forma nos torna uma pessoa melhor a cada dia. Tornam sim, não por mágica. Tornam-nos melhores porque se não queremos que gritem não podemos gritar. Porque se não queremos que mintam não podemos mentir. Porque temos de cumprir o que prometemos se queremos que o façam algum dia. Aprendemos depressa que se queremos que não façam não podemos fazer. Sim, os filhos têm esse dom. O dom de nos obrigarem a pensar no que fazemos.

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