Os medos e suas fases

Os medos e suas fases

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Você sabe a diferença entre medo e fobia? O medo é uma emoção natural do ser humano, um aliado à sobrevivência. Fobia é um medo excessivo, desmedido,que surge na presença ou previsão de encontro com o objeto que causa a ansiedade.Um jeito de saber se está passando da conta é quando há sofrimento na criança e se a vida familiar fica limitada por causa do medo; se estiver, aí é hora de buscar ajuda.

O medo está ligado a etapas específicas do desenvolvimento, e o modo e a intensidade varia de criança para criança- têm relação com a personalidade dela, a dos pais, entre outros fatores. Com o crescimento e a maturação cognitiva e emocional, a criança vai encontrando estratégias eficazes para lidar com os medos, e sua ajuda é fundamental, claro.

  • No início, o que mais os assusta são barulhos ou luzes muito fortes.
  • A partir dos 2 anos, é frequente a criança começar a temer ser abandonada pelos pais e qualquer separação pode representar isso. Também nessa fase se verifica um aumento do medo dos animai, que costuma perdurar até por volta dos 4 anos.
  • Perto dos 3 anos, a imaginação assume um papel preponderante e aí chegam o medo do escuro, dos monstros,dos fantasmas, dos ladrões,entre outros. Aumenta na hora de dormir, momento em que a criança se sente “desprotegida”.
  • Aos 6 anos, ela atinge uma fase de desenvolvimento que lhe permite encarar a morte como algo irreversível, perdendo o seu lado fantasioso e assumindo uma vertente mais concreta, daí o medo que os pais morram. Ele começa também a dar atenção para outros pontos, principalmente na escola,onde podem surgir receios ligados a essa nova etapa da vida e o medo de se expor.

Como agir na hora da crise:

Em primeiro lugar, acolher a criança acima de tudo. As mudanças devem ser incentivadas e não cobradas. Para os bebês, a companhia de pessoas que lhe dão segurança diante de uma situação nova já é o primeiro passo. O ideal é fazer uma aproximação progressiva, conversando com a criança e ajudando-a a interpretar e lidar mais racionalmente com a situação, sempre dependendo do grau de maturidade dela. Se ela tem medo de escuro, é possível fazer essa aproximação deixando uma luz acesa e, depois, ir diminuindo a intensidade. Valem ainda palavras, experiências dos pais, explicações e recursos narrativos, como desenhos e pinturas são uma maneira de a criança expor o que sente. E, claro: é válido, sim, truques como borrifador de espanta-fantasmas.

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